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Liliana Campos: "Tenho o maior orgulho em que o Rodrigo realize sonhos nesta ilha”

Tendo como cenário a conhecida lagoa das Sete Cidades, o surfista reafirmou a intenção de passar cada vez mais tempo em S. Miguel, onde garante sentir-se cada vez mais em casa.

Cláudia Alegria
21 de outubro de 2018, 16:01

Juntos há seis anos, Liliana Campos e Rodrigo Herédia parecem ter encontrado o equilíbrio que lhes tem permitido manter uma relação bonita e saudável. Os longos períodos que passam afastados, forçados pelos compromissos profissionais de ambos, têm sido compensados com férias em destinos paradisíacos ou escapadelas românticas, que ajudam a manter viva a chama da paixão.
Dois anos depois de terem oficializado a sua relação durante uma cerimónia emotiva nas Maldivas, o empresário e a apresentadora, ambos de 47 anos, voltaram a marcar encontro com a CARAS nos Açores, em São Miguel, ilha pela qual o surfista se deixou seduzir há muitos anos. Foi aqui que passou do papel para o terreno o seu primeiro grande projeto turístico, o Santa Bárbara Eco-Beach Resort, além das casas que recuperou na zona de Capelas e que explora como turismo rural, a que deu o nome de Casas do Maranhão. Para breve está a abertura de uma nova unidade hoteleira na ilha, na zona de Lagoa, que o empresário espera ser igualmente surpreendente. O projeto, batizado de Sul Villas, nasceu de uma paixão à primeira vista, momento em que Rodrigo Herédia viu naquele local a possibilidade de criar um verdadeiro oásis dentro da cidade graças ao seu enquadramento paisagístico e às ideias que entretanto foi colecionando em viagens.
As viagens, aliás, têm sido esse misto de procura de inspiração com a criação de uma espécie de bolha de oxigénio à qual vão respirar o equilíbrio da relação, que ambos pretendem ser longa e feliz. Foi isso mesmo que deixaram claro nesta entrevista à CARAS, concedida à porta do Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, minutos antes de se voltarem a despedir, já que Liliana tinha gravações marcadas em Lisboa, para o programa Passadeira Vermelha, e Rodrigo teve de ficar nos Açores a resolver problemas logísticos relacionados com dois eventos que organizou, o Seat Surf Trip e o Azores Airlines World Masters Championships. “É uma semana complicada, e, quando começa a chegar ao fim, torna-se ainda mais difícil a nível logístico. Não temos muito tempo para estarmos juntos, mas a Liliana é a minha prioridade”, garante o empresário.
– Liliana, nunca se “zanga” com a falta de atenção nesta altura?
Liliana Campos – Zangar, não, claro, mas não é fácil, porque quero namorar, quero mimos, e o Rodrigo está constantemente a ser solicitado. Toda a gente precisa dele e é ele quem toma todas as decisões nos vários eventos que estão a acontecer. Devia delegar mais, mas a verdade é que controla tudo e não consegue estar em todo o lado. Mas se no início isto me fazia muita confusão, com o passar dos anos fui-me habituando, o que não quer dizer que lide lindamente com isso. Não lido.
– A verdade é que reúne aqui várias paixões, como o surf e o reencontro com “parceiros de ondas” com estilos de vida muito idênticos ao seu...
Rodrigo Herédia – Sim. Mas ainda falando da organização, gostava de poder delegar, mas a verdade é que a maioria das pessoas que vem para este campeonato não conhece os Açores, não sabe quem é quem, enquanto eu estou praticamente em casa. Portanto, é normal que se concentre tudo em mim. Como organizador, trato dos patrocínios, lido com o turismo e sou eu quem toma todas as decisões, porque é a mim que pedem responsabilidades. Mas depois da tempestade vem a bonança. Quando isto acalma, vou para casa, embora os Açores já sejam um bocadinho a minha casa também. Estou a prepará-la para nos juntarmos aqui mais tarde... 
A verdade é que a distância aumenta as saudades, mas quando estamos juntos aproveitamos ao máximo o tempo a dois.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1209 da revista CARAS.
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