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Kelly Bailey mostra-se feliz após as férias ao lado de Lourenço Ortigão

Das viagens que fez este verão, Kelly Bailey destaca uma mais marcante: “Estive em Bali quase um mês e foi muito especial. Lá senti uma energia completamente diferente”, reconheceu.

Vanessa Bento
14 de outubro de 2018, 13:54

Convidada para ser embaixadora do novo perfume da Zadig & Voltaire, Girls Can Do Anything, Kelly Bailey aceitou de imediato. “Identifico-me muito com esta marca e estou mesmo feliz por estar associada a esta campanha. É um grande orgulho”, sublinhou a atriz, recém-chegada da Grécia. Visivelmente feliz com o tempo que tem tido para descansar ao lado do namorado, o também ator Lourenço Ortigão, Kelly tem optado por não se deixar afetar pelas notícias sobre alegadas discussões durante estas viagens a dois. E foi precisamente sobre isso e sobre muito mais que falou com a CARAS à margem da apresentação do perfume que representa.
– Sente-se bonita?
Kelly Bailey – Há dias em que não me sinto bonita, em que acordo e não gosto de me ver ao espelho. Gosto de mim sem maquilhagem e aceito-me das duas formas. E gosto de passar esta mensagem nas minhas redes sociais, que nem todos os dias são perfeitos. Sinto responsabilidade em relação ao que publico. Tenho consciência de que há muita gente que me segue que vai muito atrás do que faço. Por isso é que também tenho o cuidado de não me associar a marcas com as quais não me identifico porque, em última análise, não vou estar feliz e não ganharia nada com isso. Acho que é precisamente pelo facto da minha base ser sempre a verdade que tenho tido todo este alcance.
– Falávamos da beleza. Ser bonita abre ou fecha portas?
– Às vezes quem é muito bonito tem mais dificuldade em destacar-se pelo seu talento. Mas é possível ser-se bonito e ser-se talentoso. Claro que às vezes não basta ter talento, mas também não chega ser bonito. É preciso ter carisma, ser simpático e estar disponível.
– Acaba de chegar de férias. Soube-lhe bem?
– Sim. Viajei muito nos últimos meses e sinto que agora estou pronta para novos projetos. Precisei de viajar, de estar fora daqui, de ver outras pessoas, e desligar para voltar a mim e deixar a minha última personagem para trás. Como atores, temos de estar sempre a aprender e a observar.
– É importante para si e para o Lourenço poderem estar juntos sem serem constantemente observados?
– Nós acabamos por estar muito tempo fora porque assim temos tempo de qualidade só os dois, sem estarmos preocupados com o resto. Claro que há portugueses em todo o lado e acabamos alvo de notícias que não são verdade. Pode acontecer em qualquer lado do mundo. Já não me sinto totalmente relaxada em parte nenhuma, estou sempre em alerta.
– Viver assim não é cansativo?
– Há que aprender a lidar com isso, não vale a pena revoltar-me. Sou uma pessoa igual às outras, posso ter problemas e dias menos bons... Claro que às vezes fico triste com o que se escreve, mas a minha base é a verdade e isso ninguém me tira.
– Uma relação, já por si, tem altos e baixos. Estando tão expostos, é mais difícil gerir essas circunstâncias?
– Acho que cada caso é um caso. No meu caso, está a correr muito bem, compreendemo-nos, vivemos os dois a mesma coisa e tem funcionado.
fotos: Fernando Costa

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