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Ricardo Santos

José Maria Sá-Chaves e Mafalda Quina: “quando há dedicação, tudo corre bem”

Ultrapassado o drama inicial de saber que tinha um problema cardíaco e feito o implante de um desfibrilhador subcutâneo, Mafalda tem conseguido recuperar o seu estilo de vida normal.

André Drogas
16 de setembro de 2018, 16:00

Depois de descobrir, em 2015, que sofria de um problema cardíaco, Mafalda Quina, de 37 anos, viu-se obrigada a encarar a vida de forma diferente, um processo facilitado pelo apoio incondicional do marido, José Maria Sá-Chaves, de 45 anos, e das três filhas que têm em comum, Carlota, de 14 anos, Caetana, de 13, e Leonor, de dez. Foi no Algarve que marcámos uma conversa com esta família cheia de vida, onde falámos das mudanças e das adaptações que têm feito.
– O problema cardíaco ainda é um tema muito presente no vosso dia a dia?
Mafalda Quina – Presente, mas discreto, não se fala nisso a toda a hora, só quando levo choques do desfibrilhador [subcutâneo], o que não acontece há um ano! Nunca me senti doente, apenas tive de fazer algumas adaptações e aprender a conhecer os meus limites. Tenho de respeitar o meu descanso, alimentar-me bem e gerir o meu stress. Agradeço todos os dias a Deus por ter passado por isto, por me ter feito fazer escolhas e por ter posto na minha vida a excelente equipa médica que me salvou, o professor Adragão e o Dr. Diogo Cavaco, que são os meus anjos na terra.
– O José tem sido um grande apoio?
– Sem dúvida, a todos os níveis. Ele ajuda-me em tudo, mas foi sobretudo o grande responsável por me manter sempre muito positiva e encarar tudo isto de uma forma natural.
– É óbvio que conseguiu recuperar a excelente forma física que sempre a caracterizou...
– Decidi retomar a prática de exercício físico. Estava proibida de ir ao ginásio pelo meu médico, mas sou teimosa e procurei a ajuda de uma personal trainer com especialidade em recuperação cardíaca. A Elisa Escalante, do Fitness Hut Cascais, foi a minha salvação! A pouco e pouco, fui evoluindo na intensidade e hoje já faço quase tudo. Aliado a isso pus em prática tudo o que aprendi no life e health coaching e os resultados começam a chegar. Tenho menos oito quilos, reduzi quase 10% de massa gorda e sinto-me cada vez mais perto de mim mesma. Para além disso, medito quase diariamente e faço ioga.
– Hoje consegue viver melhor segundo a máxima do seu projeto, “viver na sua melhor versão”?
– Sem dúvida! A Toouniq foi desenhada à minha imagem e representa exatamente o que estou a viver. Tudo o que faço implemento no meu projeto. Tem corrido muito bem, está a crescer. Para além das sessões de coaching que faço em Lisboa e Carcavelos, tenho um projeto de comidas com a Catarina Avelar com o qual, pelas mãos de uma excelente cozinheira, preparamos as refeições da semana para quem quer perder peso, mas também para toda a família, sempre na vertente de cozinha saudável. E está agendado um retiro de uma semana para finais de outubro, tudo direcionado para o corpo, mente e alma. Sou apaixonada por este projeto.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1204 da revista CARAS.
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