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Ricardo Santos

Diana Marquês Guerra: “Aprendi a não planear muito, deixo as coisas acontecer”

“Penso numa carreira internacional, mas como todos os portugueses que vivem fora, tinha muita vontade de voltar ao meu país. E foi isso que fiz.”

Vanessa Bento
15 de setembro de 2018, 10:00

Tinha apenas dez anos quando conquistou os portugueses na telenovela da TVI Filha do Mar. Hoje, com 28, Diana Marquês Guerra pretende voltar a prender o público ao ecrã, na nova telenovela da SIC, Alma e Coração. Nestes 18 anos que separam um projeto do outro, a atriz viveu em Inglaterra, formou-se em Media e Performance, regressou a Portugal e conquistou o sonho que a move. Com o sorriso de sempre, mas com muito mais segurança, vive o presente sem ânsias de futuro. E é neste equilíbrio que encontra a felicidade. Uma felicidade partilhada com o namorado, e também ator, Diogo Lopes.
– Ficou conhecida do grande público aos dez anos, com a novela “Filha do Mar”. Foi a concretização de um sonho ou foi a experiência que lhe deu a certeza de que este seria o seu caminho?
Diana Marquês Guerra – Essa novela surgiu de uma forma muito inesperada. Eu fazia ballet e nunca tinha pensado ser atriz. Mas tinha uma prima que gostava muito de representar e, como ela ia ao casting, também fui. E foi uma oportunidade que surgiu do nada, mas depois da novela acabar, ficou a vontade de fazer mais.
– Uma surpresa que a conduziu ao seu destino?
– Exatamente. Se não tivesse acontecido, se calhar hoje seria uma coisa completamente diferente.
– Acabou por ir para Inglaterra depois dessa experiência. Nunca pensou apostar numa carreira como atriz em Londres?
– Pensei e ainda penso. Mas vivi lá quase nove anos e, como todos os portugueses que vivem fora, tinha muita vontade de voltar ao meu país. E foi isso que fiz. Quando cheguei, comecei por fazer projetos mais pequenos, depois ainda voltei para Inglaterra, mas surgiu o convite para fazer os Jardins Proibidos e foi aí que regressei e que as coisas começaram a correr muito bem.
– Sente-se feliz por poder concretizar a sua vocação no seu país?

- Muito. A minha vontade foi sempre poder voltar a Portugal e poder ter aqui a profissão que escolhi. Claro que, como toda a gente, ambiciono ir mais além e tenho muita vontade de trabalhar lá fora e de ter experiências novas, mas nunca deixando o nosso país para trás. É a minha casa e é aqui que quero viver.

Foto: Ricardo Santos

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1204 da revista CARAS.
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