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Ex-companheira de Anthony Bourdain acusada de violência sexual por jovem ator

Asia Argento, uma das protagonistas do movimento #metoo, terá, alegadamente, pago ao rapaz para não divulgar fotografias íntimas dos dois.

CARAS
20 de agosto de 2018, 16:47

Segundo o New York Times, Asia Argento, de 42 anos, terá chegado a um acordo com Jimmy Bennett, 22, para que este não divulgasse imagens íntimas de ambos. Tudo sucedeu quando os artistas tinham, respetivamente, 37 e 17 anos de idade.

Mais de 330 mil euros: foi esta a quantia que Asia pagou ao jovem, nos meses que se seguiram à acusação que ela própria fez a Harvey Weinstein. Isto porque Bennett terá afirmado que a ex-companheira do chef Anthony Bourdain o assediou sexualmente anos antes, num hotel na Califórnia. Em causa estão ainda fotografias que serviram como prova às acusações, nas quais se pode ver Argento e o rapaz, menor de idade, numa cama. De notar que, na Califórnia, a idade legal para manter relações sexuais consentidas é de 18 anos e, na altura, Bennett tinha acabado de completar 17, revelando posteriormente que o ato prejudicou a sua saúde mental.

Os atores haviam interpretado os papéis de mãe e filho no filme de 2004, The Heart is Deceitful Above All Things. Desde então, mantinham uma relação carinhosa, divulgada nas redes sociais. Exemplo disso é a fotografia partilhada por Asia, em maio de 2013, no dia da alegada relação sexual, na qual se encontra num restaurante, ao lado do jovem. "O meu filho, o meu amor enquanto eu viver, Jimmy Bennet", escreveu. Outras fotografias foram partilhadas no mesmo dia: uma delas, uma selfie, na qual a atriz afirmava estar à espera do rapaz - "quase aí! 5 min", terá comentado Bennett - e outra, onde se vê apenas parte das cabeças de ambos, e junto à qual a atriz escreveu "O dia mais feliz da minha vida. Encontro com o Jimmy".

Por agora, o acordo a que chegaram silencia ambas as partes e impede a divulgação de imagens nas quais surgem em tronco nu, bem como a instauração de um processo contra a atriz. Recorde-se que Asia Argento foi um dos primeiros rostos do movimento #metoo, acusando Weinstein de a ter forçado a manter relações sexuais, bem como de a ter feito sentir que, caso não as mantivesse poderia ver a sua carreira prejudicada.

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