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Rita Pereira em Madrid: “O Guillaume é uma pessoa muito importante, que me completa”

Numa visita a Espanha, a atriz, de 36 anos, falou sobre o francês Guillaume Lalung, com quem namora há quase quatro anos, e revelou que é uma mulher feliz e segura.

Joana Carreira
5 de agosto de 2018, 10:02

A confiança em si própria é a grande arma de Rita Pereira, uma das atrizes mais requisitadas e com maior sucesso da televisão portuguesa. A par da carreira na representação, é imagem de várias marcas, protagoniza diversas campanhas publicitárias e há cerca de ano e meio aventurou-se como empresária. Motivos mais do que suficientes para que a vida lhe sorria aos 36 anos.
Terminadas as gravações da novela da TVI A Herdeira, Rita tem aproveitado para carregar baterias e focar-se no que é importante para si. “Hoje em dia, com as redes sociais, as pessoas sabem diferenciar perfeitamente quem é a Rita e quem são as personagens que interpreto”, defende.
Feliz a todos os níveis, é no namorado, o francês Guillaume Lalung, jogador de basquetebol no Estoril Praia, que encontra um dos seus grandes apoios. Conversámos com a atriz em Madrid, onde esteve na qualidade de embaixadora da Pantene e nos falou sobre os desafios profissionais, os seus sonhos e a forma como encara a vida.
– Acabou recentemente de gravar a novela A Herdeira. Foi um grande desafio?
Rita Pereira – Marcou-me, gostei muito. Não era uma novela que esperasse fazer e acabei por adorar a personagem, porque tinha características muito distintas, era quase bipolar. Como atriz, é muito enriquecedor ter esses dois lados, foram muito interessantes de criar. É daqueles projetos que irei lembrar e falar daqui a um tempo.
– Teve de abdicar de alguma coisa para integrar este projeto?
– Na altura, achava que iria entrar na novela Jogo Duplo. Mas, uma vez mais, a TVI brindou-me com uma personagem espetacular e teve toda a razão na escolha que fez.
– Esta personagem era parecida consigo?
– Talvez tenha sido a personagem mais diferente de mim que eu fiz. Não me daria com ela nunca, os valores dela eram completamente diferentes dos meus, mas dá muito mais gozo assim, porque prefiro fazer vilãs, sem dúvida. É bom identificarmo-nos com a personagem, pois é mais fácil decidir qual o caminho a seguir em determinada cena, mas não é a mesma coisa.
– Agora está de férias. É tempo de renovar energias?
– Sim. Tenho tido trabalhos pontuais, mas, de resto, não tenho feito nada. Vou treinar de manhã e à tarde respondo a e-mails enquanto vejo televisão. Já estava a precisar de estar sozinha em casa, até fiz uma publicação nas redes sociais sobre isso. [Risos.] Sou eu e as minhas cadelas o dia inteiro. O meu namorado vai trabalhar.
– Esta pausa entre projetos faz-lhe falta?
– Sem dúvida. Ter tempo para não fazer nada é muito bom. Toda a gente precisa disso, nem que seja para desligar da rotina diária ou para pensar em novos projetos.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1197 da revista CARAS.
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