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Bárbara Norton de Matos fala do seu divórcio e da relação com Gustavo Lima

Recém-divorciada, a atriz, que está de férias, tem aproveitado para estar com as filhas, Luz, de 12 anos, e Flor, de dois, mas também para passar algum tempo com Gustavo Lima.

Andreia Cardinali
5 de agosto de 2018, 17:30

O brilho no olhar e a serenidade nas palavras de Bárbara Norton de Matos, de 39 anos, são o reflexo de que os tempos mais conturbados já fazem parte do passado. Recém-divorciada de Ricardo Areias, com quem se casou em junho do ano passado e de quem tem uma filha, Flor de dois anos, a atriz não se arrepende da decisão que tomou, pois, como diz, “sigo muito o meu coração e confio no meu sexto sentido. Poderia estar num casamento mais dez anos, mas a vida é muito curta e não faz sentido sermos egoístas e estarmos com outra pessoa se sentimos que não estamos na totalidade”. Ainda assim, confessa, “não foi a decisão mais fácil do mundo, mas depois de a ter tomado senti-me muito mais aliviada, serena e sincera comigo e com ele”.
Agora que é mãe solteira de duas crianças, Flor e Luz, de 12 anos, fruto do seu relacionamento com Gonçalo Pina, Bárbara voltou a encontrar o amor junto do velejador olímpico Gustavo Lima, com quem já mantinha uma relação de amizade.
– Como é que está a lidar com o fim do seu casamento?
Bárbara Norton de Matos – Estou mais tranquila do que pensava que poderia estar. Estou certa da decisão, acho que foi o melhor para ambos e que estamos os dois bem mais calmos. Também somos pessoas otimistas... Não resultou e ambos queremos é ser felizes.
– Mas, pelo que ambos publicavam nas redes sociais, nada fazia antever este desfecho...
– É normal que partilhemos mais as coisas boas do que as más e percebo que a nossa separação tenha parecido estranha, mas dentro de casa a realidade era outra. Mas isso não quer dizer que os momentos que partilhei com o Ricardo tenham sido falsos. Só que o ano tem mais dias e existem outras coisas que fazem parte do foro pessoal. As coisas não resultaram, mas foram quatro anos e nasceu a Flor. Respeitarei sempre o Ricardo e terei sempre em consideração a história que vivemos.
– Ainda assim, não deve ter sido fácil...
– Claro que não. Há toda uma estrutura familiar, duas filhas. Não foi a decisão mais fácil do mundo, mas depois de a ter tomado senti-me muito aliviada.
– Pela forma como fala, parece que ficou a amizade...
– Não direi amizade, mas sim partilha em relação à nossa filha e respeito. E acho que com o tempo terá tendência a melhorar.
– E como estão a gerir este processo com a Flor?
– Ela está com o Ricardo todos os dias, o que eu acho ótimo. O Ricardo quer muito estar com a filha, e ainda bem. Acho que é tão importante para ela ter o pai presente como a mãe, já que o pai, em especial para as raparigas, é uma figura muito importante. E por isso farei tudo o que estiver ao meu alcance para fortalecer a relação deles.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1198 da revista CARAS.
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