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Bernardo Capucho: “Procuramos ter uma atitude positiva perante os desafios da vida”

O mais recente projeto do produtor de eventos acontece a 12 de agosto, em Cascais. Um festival de música dedicado aos jovens que contribuírem com quatro horas de voluntariado.

Cláudia Alegria
4 de agosto de 2018, 12:12

Há 26 anos que se move nos bastidores de grandes eventos e a sua capacidade de organização, assim como a simpatia e constante boa disposição, não passam despercebidas a quem com ele se cruza. Otimista por natureza, Bernardo de Sousa Costa Capucho, de 45 anos, parece nunca ter medo de arriscar, de se aventurar, de procurar novos desafios. E, apesar de mais cautelosa, a sua mulher, Carolina Perestrello de Sousa e Holstein Campilho Capucho, está sempre a seu lado, incentivando-o a seguir em frente. Casados há dez anos e pais de três filhos, Bernardo, de nove anos, Manuel, de sete, e Carmo, de dois e meio, a historiadora de arte, de 39 anos, e o empresário marcaram encontro com a CARAS no Parque Marechal Carmona, em Cascais, onde, no próximo dia 12 de agosto, irá culminar um dos mais recentes projetos de Bernardo, o festival Give Me 4, dedicado a todos os que participarem em projetos de voluntariado no concelho de Cascais.
– Este festival será uma forma de recompensar o trabalho de voluntariado?
Bernardo Capucho – Para estimularmos os jovens a fazer voluntariado também temos que os acarinhar com estas ações. Quem faz voluntariado não está à espera de uma recompensa, mas podemos fazer com que ajudar seja uma festa. Por isso organizámos o projeto Give Me 4, que culmina com um grande concerto de Pedro Vaz, HMB e Gabriel, o Pensador. Para se poder estar neste festival, destinado a jovens dos 12 aos 30 anos, não se pode comprar ou ganhar bilhetes em sorteios, há que merecê-los fazendo quatro horas de voluntariado em ações previamente validadas no concelho de Cascais. Em troca, recebe-se um bilhete para o festival, que tem a particularidade de ser o único sem álcool.
– O Bernardo é um entusiasta, não lhe faltam ideias arrojadas e inovadoras. É a Carolina quem o ajuda a ‘descer à terra’?
Carolina Capucho – Não só não o consigo fazer como o incentivo à loucura. Por isso é que nos damos lindamente, porque ele diz ‘mata’ e eu digo ‘esfola’. O Bernardo investe tudo nestes projetos.
– Mas não se queixa um pouco das inevitáveis ausências?
– Não me queixo. Sempre que há eventos, ele sabe que pode contar comigo. Trato da logística familiar e ajudo no que for preciso.
– Estão casados há dez anos…
Bernardo – E passaram a correr. Não se deu por isso.
– Fazendo um balanço, valeu a pena?
Carolina – Valeu a pena e espero que continue a valer. Estar ao lado do Bernardo é sempre uma aventura, porque nunca se sabe o dia de amanhã, nem onde se está ou o que vai acontecer, mas haja saúde para continuarmos juntos por muitos mais anos.
– Como correu a adaptação à dinâmica familiar com três filhos?
Bernardo – Muito bem. A grande diferença é que a Carmo tem cinco anos de distância em relação ao Manel, por isso já nos tínhamos desligado das fraldas e biberões, mas veio trazer claramente uma dinâmica nova. A Carmo virou a princesa da casa, sempre com a “escola” dos irmãos, que puxam por ela.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1197 da revista CARAS.
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