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Paulo Miguel Mesquita

Elsa Gervásio admite: "É difícil aceitar que os meus filhos cresceram"

A diretora da L'Agence revela ser uma mulher realizada, tanto pessoal como profissionalmente.

Marta Mesquita
30 de junho de 2018, 10:00

Elsa Gervásio é a prova de que uma mulher pode chegar a um lugar de topo sem nunca ter descurado a vida familiar. Depois de terminar a sua carreira como manequim, de ter passado pela comunicação empresarial e de ter criado a Just Models, a antiga modelo chegou, há quase dez anos, à direção da L’Agence Lisboa, uma agência que gere a carreira de vários manequins, atores e apresentadores e que está a celebrar 30 anos de atividade. Recentemente, a empresária deu mais um passo certeiro neste seu percurso, tornando-se uma das sócias da agência, um desafio que se tem revelado exigente, mas também muito gratificante.
A nível pessoal, Elsa também tem muitos motivos para sorrir. Mãe de Raquel, de 22 anos, e de João, de 20, que nasceram do seu casamento com José Moutinho, a empresária tem nos filhos os seus companheiros de todas as horas. Contudo, admite que não é fácil vê-los ganhar asas e assumirem, sozinhos, os seus destinos. Ao longo dos últimos cinco anos, a empresária tem partilhado todas estas fragilidades, mas também muitas alegrias, com o velejador e empresário Luís Abreu Freire, com quem tem uma relação discreta e feliz.
Numa conversa franca e intimista, a ex-modelo revelou à CARAS ser uma mulher serena e bem resolvida, que nunca se deixou deslumbrar pelo sucesso nem perdeu o rumo que a conduz ao lugar onde é mais feliz: a sua casa.


– Quando está a posar para a objetiva, a manequim que foi acaba por aparecer?
Elsa Gervásio – Fica sempre alguma coisa, mas no meu dia a dia nem sequer me lembro de que fui modelo. E agora já não tenho o mesmo à-vontade, como é normal.
– Já não é manequim, mas continua a trabalhar na área da moda. Sente que o facto de conhecer por dentro o trabalho de um modelo a ajuda a desempenhar melhor as suas funções?
– Quando trabalhava como manequim, o meio era muito diferente. Claro que se não tivesse sido modelo nunca me passaria pela cabeça abrir uma agência nesta área. Grande parte das agências que operam em Portugal são de pessoas que sempre trabalharam neste mundo.

Leia este artigo na íntegra na edição 1193 da revista CARAS.
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