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Luís Coelho

Rita Ferro: "Sou bastante livre, e se não sou mais é porque eu própria me censuro"

Numa tarde passada na sua casa, no Estoril, a escritora revelou o que a inspira na literatura e na vida.

Marta Mesquita
24 de junho de 2018, 12:00

O mote para esta entrevista com Rita Ferro foi o seu mais recente livro, Um Amante no Porto, que retrata a história de amor complexa e surpreendente entre Zara e Álvaro, um homem mais velho. Contudo, quando se conversa com a escritora, rapidamente nos desviamos para outros temas. O amor, as desilusões, as expectativas, o lugar das memórias e o passar dos anos são alguns dos assuntos em que Rita é versada, seja pela forma intensa e genuína como vive, seja pela análise acutilante que faz das emoções e histórias dos outros. Ou não fosse essa a sua fonte de inspiração...
Com mais de 30 livros publicados, a autora vive da escrita, mas não vive para a escrita. Para lá das folhas e das dissertações filosóficas, há ainda muito por explorar e sentir, como Rita acredita. Mas terminemos as apresentações e deixemos que este guião seja escrito pela sua protagonista.


Um Amante no Porto surgiu de alguma inspiração em particular?
Rita Ferro – Inspirei-me no desconhecimento das pessoas que amamos. Por vezes, só as situações limite, como um divórcio, um adultério, um abandono ou uma rejeição, nos confrontam com os demónios dos outros. E também com os nossos. Na verdade, não sabemos com quem dormimos.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1192 da revista CARAS.
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