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João Lemos

Manuel Sá Pessoa: “O ‘surf’ não é só um desporto, é um estilo de vida”

O ator, de 38 anos, aproveitou uma viagem a Marrocos para falar com a CARAS sobre as suas paixões.

Cláudia Alegria
17 de junho de 2018, 10:51

Não foi a primeira vez que esteve em Marrocos e certamente não será a última. Viajar é um dos seus maiores prazeres. Descobriu-o cedo. Filho de uma funcionária da TAP, Manuel Sá Pessoa aproveitava, sempre que podia, “boleias” de avião para poder correr o mundo e deixar-se conquistar pela magia dos países que tinha o privilégio de visitar. Hoje em dia, no entanto, procura destinos que permitam dedicar-se a outra das suas grandes paixões, o surf, desporto a que se dedica desde os 19 anos.
– O surf é um desporto ou um estilo de vida?
Manuel Sá Pessoa – As duas coisas. É um desporto, um hobby... Faço surf desde os 19 anos e, quando posso, as minhas viagens são sempre para destinos de surf. Claro que quem manda é a mãe natureza e nem sempre é possível poder surfar, mas, como vivemos num país com as melhores condições na Europa para a prática deste desporto, temos quase sempre a possibilidade de entrar no mar, mais que não seja só para molhar a cabeça antes de ir para casa.
– Há surfistas que ficam com mau feitio se passarem muito tempo sem ir ao mar. É o seu caso?
– A atividade física esteve sempre presente na minha vida. Comecei a jogar râguebi aos seis anos e só parei quando entrei para a faculdade, que foi quando passei a dedicar-me mais ao surf. Gosto de estar ao ar livre e confesso que sim, quando não faço surf e não me mexo durante um período de tempo começo a ficar um bocado ansioso.
– O que é que o faz ser feliz?
– Surfar, sem dúvida. Eu sou uma pessoa positiva por princípio.
– Sempre foi assim ou foi aprendendo a ser?
– Acho que sempre fui. Sou também um bocado ingénuo e a vida já me trouxe alguns dissabores, porque gosto de ser genuíno e, às vezes, digo coisas que não devia, mostro-me demasiado, e nem toda a gente é assim. Mas fico feliz se encontrar pessoas genuínas, autênticas, que comuniquem com o coração, que tornem a vida mais interessante. Gosto de estar rodeado de pessoas cativantes, que me façam pensar, que me façam ser uma melhor pessoa. Sou mais feliz quando tenho trabalho, sou ainda mais feliz quando tenho bom trabalho e bons colegas. E o meu filho também me faz muito feliz.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1191 da revista CARAS.
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