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Carina Caldeira e Francisco Cardia: "A rotina mata qualquer relação"

Cláudia Alegria
15 de junho de 2018, 16:48

"Não penso muito nas coisas que digo”, começa por avisar Carina Caldeira antes de se sentar ao lado do marido, Francisco Cardia, para conversar com a CARAS. Depois de uns dias de descanso em Marrocos, ficou claro que a relação entre a apresentadora do Porto Canal, de 35 anos, e o produtor musical e DJ, de 30, tem tudo para dar certo. Divertidos, companheiros e com uma certa dose de loucura, têm conseguido gerir bem estes 12 anos de vida em comum. Os alicerces, garantem, são muito fortes. “Um ano depois de estarmos juntos fomos viver para Nova Iorque, depois para Madrid. Éramos só nós os dois, fomos a âncora um do outro. Unimo-nos mais”, explicam.
– Em que circunstâncias é que se conheceram?
Carina – Somos ambos do Porto, os nossos pais são muito amigos e costumavam viajar juntos, mas sem crianças. Há 12 anos decidiram fazer uma viagem de barco pela Turquia e levar os filhos. Ele tinha 18 e eu 23. Era um barco daqueles que se alugam com tripulação e não havia mais nada para fazer. Estávamos no meio do Mediterrâneo e passávamos muito tempo juntos, e foi aí que começou tudo.
– Terá sido propositado? Um esquema dos vossos pais para que ficassem juntos?
Francisco – Talvez, sim. Os nossos pais são separados e a minha madrasta estava sempre a falar da Carina, a dizer-me que tinha de a conhecer, que era uma mulher magnífica, por isso já fui para o barco com referências positivas. Quando vi a Carina, percebi que realmente correspondia às expectativas. Superou-as, aliás.
Carina – A verdade é que nunca mais nos largámos. Seis meses depois estávamos a viver juntos, ao fim de um ano fomos viver para Nova Iorque, depois Madrid, agora Lisboa... e passaram 12 anos.
– De quem partiu a “loucura” de irem viver para Nova Iorque?
Francisco – Foi minha. Queria estudar música fora do país e sabia que Nova Iorque era uma referência. Já tinha esse plano, mas acabou por se concretizar mais cedo, depois de ter conhecido a Carina.
– A propósito desta viagem a Marrocos, parece que o Francisco também aqui viveu uma experiência inesquecível...
– Sim. Há uns 15 anos vim com a família da minha mãe e quatro amigos com quem tinha crescido. Passámos mais de três semanas a fazer o percurso entre Tânger e Chefchaouen. Tínhamos 14/15 anos. A minha mãe sempre teve um espírito muito jovem, deu-nos muita liberdade, e essa viagem ficou de facto para a vida.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1190 da revista CARAS.
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