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Aurea sem segredos “Sou um livro aberto, não tenho nada a esconder”

A promover o seu mais recente disco, “Confessions”, a cantora mostra como vive as suas emoções longe dos palcos.

CARAS
10 de junho de 2018, 12:03

No seu novo álbum, Confessions, Aurea, de 30 anos, canta segredos. Mas desengane-se quem pensa que ao ouvir este disco ficará a conhecer os amores e desamores da cantora. As confidências que revela foram-lhe feitas por amigos, que, mesmo mantendo o anonimato, são agora protagonistas de letras de canções. Apesar de também ter um ou outro segredo, Aurea assegura que é um “livro aberto”, sem nada de extraordinário por revelar. Contudo, se todos conhecem a artista que sobe ao palco, pouco se sabe da mulher discreta e tímida que é longe dos holofotes. E foi precisamente as emoções e experiências que vive na sua privacidade que a cantora “confessou” nesta conversa com a CARAS.
– É uma mulher com muitos segredos?
Aurea – Este álbum fala de segredos, mas não são os meus. Também há coisas mais pessoais, sim, mas a maioria são partilhas de amigos ou de pessoas que se cruzaram comigo. Nunca revelarei de quem são os segredos, mas decidi pegar nessas confissões e transformá-las em canções. Falam de temas universais, por isso é muito fácil as pessoas identificarem-se com as músicas.
– É mais de ouvir ou de falar?
– Sou uma pessoa que partilha o que é com os outros. Sou um livro aberto, não tenho nada a esconder. Claro que também tenho segredos, mas são poucos. Já me disseram que pareço misteriosa, talvez porque gosto de ficar no meu cantinho. Não me dou logo a conhecer.
– Este é, talvez, o seu álbum mais profundo, aquele em que explora mais as emoções. Sente-se mais exposta?
– Este disco mexe muito comigo e deixa-me mais vulnerável. É um álbum muito intenso. Mas não estou a expor nada que me deixe desconfortável. Por isso não me sinto exposta. São assuntos profundos e tento interpretá-los de forma justa. Gosto de passar as emoções às pessoas.
– Canta histórias dolorosas e quase parece haver uma descrença no amor. A dor é sempre inspiradora?
– A dor, a desilusão e o desejo são sempre inspiradores. Mas também há uma música que fala de alguém que consegue desbloquear a sua vida, e isso é positivo! Sinto todas estas emoções na pele. E acredito no amor, claro que sim.
– Neste disco aposta em novas sonoridades. Sente que isso reflete uma mudança mais interior?
– Quis desafiar-me. Na minha vida pessoal, gosto de ir para a frente e fazer coisas que nunca fiz. E senti vontade de fazer o mesmo no campo profissional. Falei com o Rui Ribeiro, que trabalha comigo desde o meu primeiro disco, e desafiei-o nesse sentido. Quis fazer um disco diferente, que refletisse a minha curiosidade em relação à música.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1189 da revista CARAS.
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