Nas Bancas

Gastão Elias: “A Isabela entende bem as alegrias e frustrações em campo”

Namorados há quatro anos, os dois tenistas preparam o casamento, marcado para dia 14 de julho.

Cláudia Alegria
9 de junho de 2018, 11:06

Filha da tenista Gisele Miró, que representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Seul, Isabela Miró cresceu nos courts de ténis e durante muitos anos foi, ela própria, tenista de competição. Por isso conhece bem as emoções que se vivem dentro e fora dos campos e, ao que parece, tem conseguido não só ajudar Gastão Elias a ultrapassar as frustrações de perder um jogo como a festejar quando o resultado é positivo. Juntos há quatro anos, o tenista português, de 27 anos, e a jovem brasileira, de 25, marcaram encontro com a CARAS em Cascais e revelaram alguns pormenores do seu casamento, que será celebrado a 14 de julho.
– Conheceram-se no ambiente do ténis. É mais fácil partilhar o dia a dia com alguém que fala a mesma linguagem?
Gastão Elias – Sim, ajuda muito. A Isabela sabe o que eu passo no dia a dia, os torneios, o stress, as viagens, o difícil que é... Ela entende bem as alegrias e frustrações que vivemos em campo e muitas vezes sabe o que dizer nas alturas certas, porque já passou por esses momentos.
Isabela Miró – Eu procuro não atrapalhar, porque conheço muito bem a rotina de treinos, tive a mesma rotina durante anos. Conversamos de manhã e só volto a mandar mensagens à noite, quando ele chega ao hotel, porque sei que passa o dia a treinar ou a viajar e está cansado. Viajar todas as semanas parece um paraíso, mas não é fácil estar tanto tempo longe de casa e da família. Por isso procuro dar-lhe o maior apoio possível e não o incomodar com questões que noutros relacionamentos talvez sejam importantes, mas que para nós não são.
– Estando separados por dois continentes, tem sido fácil gerir a relação?
Gastão – A Isabela tem uma profissão que lhe permite tirar alguns dias para me acompanhar e acho que isso também tem sido importante para manter a nossa relação.
Isabela – Formei-me em Sport Management e trabalho num clube de ténis em Miami. Cresci no mundo do ténis e não me vejo a fazer outra coisa, o que é bom, porque o objetivo, no futuro, é trabalharmos juntos.
– E fazer de Miami a vossa base familiar?
Gastão – Sim. Aliás, estamos a tratar com a embaixada dos EUA dos papéis necessários para podermos lá viver.
– Mas continuando a viajar pelo mundo a disputar torneios?
– Sim, enquanto o corpo e a alma o permitirem.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras