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Catarina Furtado e Daniela Ruah: “A nossa amizade fica para a vida”

Graças ao Festival da Eurovisão, a apresentadora e a atriz criaram uma relação de grande cumplicidade.

Andreia Cardinali
31 de maio de 2018, 12:27

Catarina Furtado e Daniela Ruah já se conheciam antes de iniciarem a aventura de apresentar – em conjunto com Sílvia Alberto e Filomena Cautela – o Festival da Eurovisão, mas só agora criaram uma relação de amizade que garantem “ser para a vida”. É que, além dos gostos e maneiras de ser e estar que partilham, são ainda as únicas mães deste grupo de quatro, o que proporciona conversas e trocas de experiências constantes. Nem de propósito, foi precisamente no Dia da Mãe, momentos antes de Catarina e Daniela desfilarem na passadeira azul da cerimónia de boas-vindas aos 43 países concorrentes, que conversámos com ambas no Palácio do Governador.
– Já se sentem ansiosas com a aproximação do Festival?
Catarina Furtado – Julgo que sim, e já há alguns dias, fruto de uma enorme responsabilidade que é o impacto que este evento tem para o próprio país. Mais do que fazermos o nosso trabalho bem feito, aqui há a responsabilidade de estarmos a entregar um presente de Portugal ao mundo. Esse presente tem de ser muito bem apetrechado, para que Portugal fique muito bem visto.
– Para a Daniela, este projeto deve ter um sabor especial...
Daniela Ruah – Muito especial, porque gosto sempre de ter um pé em Portugal em relação ao trabalho e faço questão que saibam que sou portuguesa. Por isso, representar Portugal junto destas três belíssimas e talentosas mulheres perante o mundo é maravilhoso. Em relação à ansiedade, só desde a conferência de imprensa é que a tenho sentido, porque já há um toque de realidade. Tem sido surreal aquilo que estamos a viver, temos estado numa bolha a ensaiar as nossas coisas e, de repente, entrou o mundo. [Risos.]
– E como está a ser trabalharem juntas?
– Esta nossa amizade fica para a vida.
Catarina – Mesmo. Já estamos com planos e conversas para o futuro. Somos as únicas mamãs...
Daniela – Há, obviamente, uma ligação também por aí, já que compreendemos melhor o estado emocional uma da outra.
– É também uma forma de se apoiarem uma na outra, de conversarem sobre outras coisas, para desanuviar um pouco da responsabilidade deste evento...
– [Risos.] É o que fazemos constantemente. Passo a vida a mostrar as minhas fotos e vídeos, faço imensos facetimes com os miúdos, os da Catarina escrevem-lhe notinhas no guião a dizer que a adoram, que têm saudades... É uma delícia.
– Trabalhar no Dia da Mãe tem um sabor agridoce?
– É domingo, Dia da Mãe, está um belo dia de praia... [Risos.]
Catarina – É uma forma de homenagearmos as mães que são verdadeiramente mães trabalhadoras, que não têm como fazer de outra forma e que se remetem diariamente para segundo e terceiro planos. É esse o mundo real. Nós somos de facto umas privilegiadas e que sorte têm os nossos filhos que nos deram um beijinho de manhã e que veem as mães a fazer aquilo de que gostam e a representar o seu país.

Fotos: João Lima

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1187 da revista CARAS.
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