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Afonso Pimentel: “Aprendi a abrir mão das coisas que não posso controlar”

O ator, de 35 anos, assume que o nascimento dos filhos, Noah, de seis anos, e Alana, de três, o impedem de embarcar em grandes aventuras, mas os seus interesses, garante, também mudaram muito.

Cláudia Alegria
31 de maio de 2018, 16:03

Sempre foi aventureiro e dificilmente recusava um bom desafio. No entanto, o nascimento dos filhos, Noah, há seis anos, e Alana, há três, mudou a sua forma de olhar para a vida, e hoje, garante, pensa duas vezes antes de embarcar em grandes aventuras. Afonso Pimentel deixou de fumar, passou a andar menos vezes de mota e já não faz noitadas com frequência, porque gosta de acordar cedo para se poder dedicar a um dos maiores prazeres que a vida lhe proporcionou: ser pai. Ao lado de Liliana Leitão, de 37 anos, o ator, de 35, sente-se completo e preparado para enfrentar novos desafios. A nível profissional, Afonso, que foi nomeado para os Globos de Ouro, com apenas 14 anos, pelo seu desempenho no filme Adeus Pai e recebeu o Globo de Ouro de Melhor Ator, em 2006, pela sua interpretação em Coisa Ruim, estará, nos próximos tempos, a gravar a série Sul, produzida por Edgar Medina e realizada por Ivo Ferreira, e a preparar o seu papel para a próxima novela da SIC, com o nome provisório de O Peso da Alma, na qual interpreta “uma personagem muito desafiante”, revela.
– Passou a ser mais cauteloso desde que foi pai. Hesitou quando a CARAS o desafiou a andar de helicóptero?
Afonso Pimentel – Não. Também jogaram uma cartada alta, era impossível recusar! Se envolver motores...
– Quando os desafios são demasiado empolgantes, não hesita?
– Há coisas que deixei de fazer, como as noitadas, porque passei a ter outros prazeres, como brincar com os miúdos de manhã. Também já não tenho a mesma “pedalada”... Se formos jantar, no dia seguinte custa-me levantar. Acabei por mudar a vida porque os interesses mudaram também, mas andar de helicóptero estava na minha lista de coisas a fazer e foi ótimo ter acontecido.
– Se escrevesse um guião para contar a sua história de vida, o que é que não podia faltar?
– O carinho que os meus pais tiveram comigo desde pequenino, que é precisamente o que eu e a Liliana temos tentado dar aos miúdos. Demonstrar-lhes que estamos lá, como os meus pais estiveram para mim.
– Como classificaria esse filme? Drama, ação ou comédia?
– Uma comédia, sem dúvida nenhuma, às vezes negra, com algum suspense, mas 70% comédia.
– E o romance, onde fica?
– O romance na minha vida sempre esteve um bocadinho na comédia, felizmente.

Fotos: João Lemos

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1188 da revista CARAS.
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