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João Lemos

Inês Folque: “a minha mãe gere bem o tempo que dá a cada uma das filhas”

A apresentadora partilhou com Mercedes y Coll de la Camara as emoções de uma viagem a Marraquexe.

Cláudia Alegria
26 de maio de 2018, 12:01

Inês Folque já conhecia o destino e fez questão de planear com todo o cuidado os dias que passou em Marrocos com a mãe, Mercedes y Coll de la Camara. O objetivo era que ambas guardassem boas memórias desta viagem, a segunda que fizeram apenas as duas. A primeira foi há dois anos, quando estiveram em Paris para escolher o vestido que a apresentadora usou no seu casamento com o gestor Gonçalo Ribeiro Telles. A verdade é que, apesar de terem ritmos muito diferentes – Inês, de 30 anos, quer tentar conhecer o máximo que conseguir, enquanto a mãe, de 55, prefere deixar-se conquistar pelos locais com alguma tranquilidade –,
o balanço dos dias que passaram na “Cidade Vermelha” não poderia ser mais positivo, como asseguraram à CARAS.
– É comum partilharem este tipo de experiências?
Inês – Adoramos fazer viagens, mas somos quatro mulheres lá em casa [a apresentadora tem duas irmãs], portanto o que fazemos muito é viagens a quatro. O meu pai, coitado, fica muitas vezes sozinho em casa! [Risos.] Esta viagem a Marrocos foi toda uma experiên­cia. Fizemos um bocadinho de tudo e a minha mãe acabou por ficar com uma visão completamente diferente do que é viajar comigo.
– Como filha do meio, habituou-se a partilhar a atenção da sua mãe com as suas irmãs. Nestas ocasiões, conseguem conhecer-se um bocadinho melhor?
– Eu sou a mais caseira das irmãs. Gosto muito de ir a casa dos meus pais e faço imensos programas com a minha mãe, até porque a minha irmã mais nova está a viver em Barcelona e a mais velha casou-se antes de mim, portanto acabo por ter uma maior convivência com os meus pais. Mas acho que ela gere muito bem o tempo que dá a cada uma das filhas.
– O que é que herdou da costela espanhola e da portuguesa?
– Acho que, de características espanholas, tenho sobretudo a vivacidade, o facto de falar muito rápido e muito alto e de gesticular muito. Mas na verdade acho que tenho muito pouco de espanhola. Sinto-me muito mais portuguesa, até porque vivi cá praticamente a minha vida toda.
Mercedes – Acho que ela tem uma raiz portuguesa muito forte. Quando vai a Espanha, precisa muito de voltar a Portugal.
– Apesar de ter crescido em Barcelona, a Mercedes também parece sentir-se mais portuguesa do que espanhola...
– Sim. Há muitas amigas que me perguntam onde viveria se tivesse de escolher e eu respondo sempre que ficaria em Portugal. Pela qualidade de vida, pelo bom ambiente… Acho que os portugueses têm um fundo fantástico e sinto-me muito bem cá, embora tenha as minhas raízes espanholas.
– A Inês é muito ativa, comunicativa e cheia de energia. Quem é que consegue puxá-la à terra e fazê-la abrandar?
Inês – A minha mãe, claramente. Obriga-me a desacelerar. Ela queixa-se um bocadinho de eu ter muitas ideias ao mesmo tempo e uma imaginação que nunca para. Depois, parece que na realidade não faço nada, porque acabo por me dispersar. A minha mãe chama-me à terra e pede-me para me concentrar numa coisa antes de passar para outra.

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