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Vanessa Martín: “a música faz parte de mim, é o que respiro, vivo e sonho”

A artista espanhola atuou pela primeira vez no nosso país em março, mas já tem uma legião de fãs, graças ao sucesso do tema “Porque Queramos Vernos”, que canta com Damásio.

Andreia Cardinali
28 de abril de 2018, 09:50

Vanessa Martín, de 37 anos, compõe desde os seis anos, mas só há nove, depois da licenciatura em Ensino e Pedagogia, percebeu que a música falava mais alto do que qualquer outra paixão. Desde então já lançou cinco álbuns, todos com sucesso, mas só com este último, Munay, se tornou conhecida no nosso país, graças à música Porque Queramos Vernos, que canta com Matias Damásio.
Feliz e grata pela possibilidade de atuar pela primeira vez em Portugal, foi depois do concerto que deu na Aula Magna, no passado dia 23, que a espanhola conversou com a CARAS.
– Tenho de começar pelo concerto que a trouxe a Lisboa. Como correu?
Vanessa Martín – Foi maravilhoso, estou encantada! O público português é de um carinho imenso comigo e isso é comovente. Veres toda a gente a cantar a tua música num país que consideras irmão é tocante.
– Quando se atua pela primeira vez para um público novo há um nervosismo acrescido?
– Claro que sim. Ainda por cima este concerto é o último de uma tournée de quase dois anos. Fiz questão de encerrá-la em Lisboa porque queria – de alguma forma – retribuir o carinho com que o público português recebeu a minha música.
– Já está a preparar o próximo álbum?
– Agora vou parar um pouco. Já levo quase dois anos com Munay na estrada e demos 70 concertos em Espanha, na América Latina e agora encerramos aqui em Lisboa este ciclo maravilhoso. Claro que tenho algumas canções escritas. [Risos.] É um processo natural, mas vou fazer uma pequena pausa e depois, sim, começar a trabalhar no próximo disco, que espero que seja igualmente bem recebido.
– Recuemos ao início: aos seis anos recebeu a sua primeira guitarra e compôs a primeira música. Nunca mais parou...
– É verdade, nunca mais parei. Componho e escrevo desde sempre. Claro que comecei a tocar ainda em Málaga, mas só quando me mudei para Madrid é que me apercebi de que a forma que tinha encontrado para me expressar era, mais do que uma intenção, uma necessidade imensa de comunicar e viver. Entretanto, tive a sorte de a minha editora ter acreditado em mim e me ter dado a oportunidade de começar efetivamente uma carreira.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1182 da revista CARAS.
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