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Marta Faial: nos bastidores da sessão fotográfica da atriz para a CARAS

A atriz mostrou toda a sua beleza.

Vanessa Bento
14 de abril de 2018, 10:01

Quem olha sem se demorar para Marta Faial vê uma mulher bonita, segura e elegante. Quem se demora um pouco mais entrevê a força, a resiliência e a vontade de agarrar a vida. Por isso nunca desistiu do caminho que escolheu para si e que já a levou tantas vezes além-fronteiras. Depois do sucesso que teve em Angola com as telenovelas Windeck e Jikulumessu, tendo sido reconhecida com o Prémio de Melhor Atriz pelo público angolano, Marta voltou a afirmar-se na televisão e nos palcos portugueses e espera continuar a dar passos seguros na conquista do seu lugar. Sempre com o apoio incondicio­nal da família, com destaque para a mãe, a antiga modelo Ana Marta Faial, a sua “melhor amiga e companheira”, como nos revelou nesta entrevista.
Já passaram 13 anos desde o seu início na televisão, nos Morangos com Açúcar. Como tem sido este percurso e o que mudou em si e na sua vida?
Tem sido um percurso cheio de vivências e experiências. E espero viver muitas mais. Optei sempre por não parar, por não desistir e por acreditar em mim e no meu trabalho. Iniciei o meu percurso profissional em Portugal e, com o passar do tempo, quis estudar e viver outras realidades e com isso amadurecer enquanto pessoa e atriz. Claro que entretanto mudei, cresci, pelo caminho aprendi o que queria e não queria para a minha vida, tentei deixar as inseguranças de parte e acreditar no que fazia e no quão feliz isso me tornava. Continuo diariamente a tentar evoluir e tornar-me a melhor pessoa que posso ser, quer na vida pessoal, quer a nível profissional.
Apesar do êxito que foi este primeiro trabalho, foi importante para si apostar na sua formação e rumar aos Estados Unidos. Tende a ir à luta e a não se “encostar” aos sucessos?
Sempre fui extremamente independente e nunca tive medo de lutar pelo que queria. Comecei a trabalhar muito cedo, porque desejava viajar e ter a minha independência monetária. Aos 16 anos senti que não podia pesar aos meus pais e decidi trabalhar. E fi-lo com o apoio de ambos. Juntando isso à minha necessidade de aprender e viver mais e de sair da minha zona de conforto, acabei por ir para fora estudar métodos de representação ainda pouco conhecidos em Portugal e explorar o mercado de trabalho além-fronteiras. Acima de tudo, não me encosto ao passado ou aos projetos que fiz.
Teve um bom exemplo em casa do que é ser uma mulher empreendedora e que luta pelo seus sonhos. A sua mãe é uma grande inspiração?
Tive sempre bons exemplos de mulheres fortes e destemidas na minha vida, como a minha mãe e a minha avó, assim como exemplos masculinos, como o meu pai e o meu irmão mais novo. Mas sem dúvida que a minha mãe é uma das minhas maiores inspirações. Espero, ao longo da vida, ser tão forte, lutadora, resiliente e bonita, tanto por dentro como por fora, como a minha mãe.
Têm uma relação muito cúmplice. Deixar a família para ir trabalhar para Angola foi o mais difícil de todo o processo?
Poderia ter sido, mas não foi de todo. Somos uma família muito unida e apoiamo-nos em todas as decisões. E nos dias de hoje, com a revolução tecnológica, só está longe quem quer. E quando isso falha, viaja-se para matar saudades, nem que seja por um dia ou umas horas. Se houver esforço, não há afastamento.

Fotos: Paulo Miguel Martins; Produção: Filipa Gonçalves; Maquilhagem: Sónia Patrão

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1181 da revista CARAS.
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