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Divorciados há um ano, Pinto da Costa e Fernanda Miranda reconciliaram-se

O presidente do FCP, de 80 anos, e a empresária, de 31, assistiram juntos a um concerto de homenagem a Leonard Cohen, no Coliseu do Porto.

CARAS
7 de abril de 2018, 15:05

Pouco mais de um ano depois de se terem divorciado, Jorge Nuno Pinto da Costa e Fernanda Miranda decidiram dar uma nova oportunidade ao amor. De mãos dadas, o presidente do Futebol Clube do Porto e a empresária entraram no Coliseu do Porto, onde assistiram ao espetáculo As Canções de Leonard Cohen, e perante a comunicação social sorriram abertamente, mostrando estar a viver um bom momento. Na companhia do filho do dirigente portista, Alexandre Pinto da Costa, e da mulher deste, Ana Barbosa, Jorge Nuno e Fernanda aplaudiram entusiasticamente o concerto de homenagem a Cohen, que juntou no mesmo palco Jorge Palma, Miguel Guedes, Márcia, David Fonseca, Samuel Úria e Mazgani.

Juntos durante sete anos, quatro dos quais casados – a união foi celebrada em julho de 2012, em Touros, no Brasil, terra natal da jovem brasileira –, Jorge Nuno e Fernanda mantiveram sempre uma relação discreta e amigável depois da separação, em outubro de 2016, e do divórcio, em janeiro de 2017. Na entrevista exclusiva que deu à CARAS em outubro passado, por ocasião do lançamento da sua marca de calçado Mi-Môh, a empresária confessou ter “respeito e carinho” pelo ex-marido. “Em todas as fases da minha vida procurei sempre guardar as coisas boas. E foram muitas nos sete anos que estivemos juntos”, afirmou então, numa altura em que já se ouviam rumores de reaproximação. Na mesma entrevista, disse que, mais do que curar as mágoas, “é importante não esquecer o que de melhor vivemos”.

A reconciliação com Fernanda aconteceu pouco depois de, no início de janeiro, Pinto da Costa ter aparecido ao lado da bancária Cláudia Campo, de 40 anos, no jantar de Natal organizado pela comissão de apoio à sua recandidatura à liderança do Futebol Clube do Porto. Na ocasião, contactada pelo Jornal de Notícias, Cláudia não só confirmou a sua relação com o dirigente portista, que teria começado cerca de dois meses antes, como adiantou que já conhecia os filhos do namorado, Alexandre e Joana, e deu mesmo uma declaração: “Para mim, o que conta é a relação que tenho com o Jorge Nuno e não com o presidente do F. C. Porto.”

Antes de Cláudia, Pinto da Costa manteve um namoro de cerca de um ano com Sílvia Costa, 36 anos mais nova. Sílvia estaria ligada ao mundo da noite e os dois já se conheceriam há cerca de dez anos.

Mas a lista dos amores de Pinto da Costa é longa e marcada por alguns episódios rocambolescos. Em dezembro de 1997, Pinto da Costa pôs um ponto final ao seu casamento de 33 anos com Manuela Carmona Graça, mãe de Alexandre, da qual já estava separado há alguns anos, por se ter envolvido com a sua antiga secretária no Futebol Clube do Porto, Filomena Mo­rais. Quando o seu primeiro divórcio foi assinado já Joana Pinto da Costa – a filha nascida da união de Jorge Nuno com Filomena – tinha dez anos. Filomena adotou o apelido Pinto da Costa em 1998, quando os dois puderam oficializar finalmente a sua relação. O casamento, celebrado em grande intimidade, acabou pouco depois e o casal divorciou-se em clima de litígio em 2001, uma vez que o líder dos Dragões já tinha assumido publicamente o seu namoro com Carolina Salgado, que conheceu numa casa de alterne. A relação com Carolina terminaria em 2005, com muita “lavagem de roupa suja” em público.

Dois anos mais tarde, a 27 de outubro de 2007, Pinto da Costa e Filomena Morais decidiram dar uma nova oportunidade à sua relação e voltaram a trocar alianças numa cerimónia que reuniu 200 convidados na Quinta das Alfaias, em Vila do Conde. Quatro anos depois, Filomena foi confrontada com o facto de o marido ter assumido publicamente a relação que mantinha há alguns meses com Fernanda Miranda. “Nun­ca pensei vir a passar pela mesma situação duas vezes seguidas. A falta de respeito pela minha pessoa, pela minha família e pelos meus amigos, pessoas de respeito e honradas, é deveras inqualificável”, declarou, na altura, Filomena à CARAS, confessando que se sentia “enga­nada, destroçada e magoada”.

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