Nas Bancas

Diogo-Amaral-31-1-18-LC2.jpg

Luís Coelho

aos 36 anos, Diogo Amaral admite: “ser pai é uma experiência arrebatadora”

O ator está de regresso à SIC como um dos protagonistas da nova novela “Vidas Opostas”.

Joana Carreira
17 de março de 2018, 09:03

Diogo Amaral é muito mais do que uma cara bonita da televisão. Há 17 anos que trabalha no mundo da representação e em nada se arrepende do que realizou ao longo da sua carreira. E o facto de ter feito formação depois de já estar a trabalhar deu-lhe a humildade que hoje o caracteriza.
Realizado profissionalmente, o ator, de 36 anos, revela que adora ficção televisiva e é por isso que se prepara para ser um dos protagonistas da nova novela da SIC Vidas Opostas, após um ano e meio de pausa na televisão.
Diogo não confirma nem desmente o suposto namoro com Jessica Athayde, mas diz-se feliz a nível pessoal, principalmente desde o nascimento do filho, Mateus, de três anos – fruto da relação já terminada com Vera Kolodzig –, que lhe deu uma nova perspetiva de vida. Foi sobre este e outros temas que conversámos, com vista privilegiada sobre o Tejo.
Está de regresso à SIC com um papel de protagonista. Tem sido bem recebido?
Sim, mas também não estava à espera de outra coisa. Já cá tinha estado há 11 anos. Fiz a Floribella e uma participação na novela Vingança.
Está entusiasmado com o novo projeto?
Muito, é como se fosse um miúdo a começar a trabalhar [risos].
Houve algum motivo para a mudança?
Tenho uma filosofia: acho que, de vez em quando, devemos mudar. Quando nos acostumamos muito a uma coisa, ela não sai do sítio e há tendência para estagnar. As coisas foram acontecendo mais ou menos naturalmente. O meu trabalho é o mesmo, mas vou criar novas relações com pessoas diferentes. Se tivesse de eleger as maiores mudanças da minha vida, escolheria, sem dúvida, ser pai e o ano de 2017, o das maiores mudanças profissionais.
O facto de não querer estagnar contribuiu para esta mudança?
Não, mas não me quero permitir ficar numa zona de conforto. Não é uma questão de cansaço. Gosto de arriscar, puxar o tapete a mim próprio, desafiar-me.
O Jorge, a sua personagem, tem parecenças com o Diogo?
As personagens têm sempre um bocadinho de nós. Passa sempre pela nossa experiência, pelo que vivemos e obser­vamos. É a nossa in­terpre­tação da personagem, mas na ver­dade o Jor­ge não tem nada a ver comigo. Ele é um bocadinho outsider. Entra na história para resolver uma questão burocrática com o irmão.

[...]

Como tem sido a experiência da paternidade?
Desde que fui pai comecei a ver as coisas de uma forma menos despreocupada. Agora sou uma pessoa mais completa e madura, mas também mais “mole” [risos]. As minhas preo­cupações passaram para outro patamar. É uma responsabilidade tão grande que não dá para controlar. Aprendi a entregar, a deixar que as coisas aconteçam por si. Ser pai é uma experiência arrebatadora.
O que é que mais aprendeu com o Mateus até agora?
Aprendo todos os dias com ele. Temos uma relação muito boa. E agora tenho esta experiência nova de, semana sim, semana não, vivermos os dois [risos]. Mas tem sido incrível.
Lida bem com o facto de ele não estar sempre consigo?
As coisas são difíceis se assim o quisermos. Não há mesmo complicação nenhuma nesse lado da minha vida.

fotos: Luís Coelho Produção: Vanessa Marques maquilhagem: Madalena Martins

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1177 da revista CARAS.
Assinatura Digital
Apple Store
Google Play

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras