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João Lima

O estilo único de Sónia Tavares

A dias de atuar nos Coliseus, a vocalista dos The Gift revela as emoções que vive dentro e fora dos palcos.

CARAS
17 de março de 2018, 17:03

Sónia Tavares, de 40 anos, é a vocalista dos The Gift, mas é muito mais do que isso. Irreverente na imagem e nas ideias, a cantora é uma mulher de personalidade forte, que não se cala perante injustiças nem tem receio de partilhar as suas opiniões. Gosta de si como é e não se importa com a opinião dos outros. Se lhe apetece descolorar as sobrancelhas, fá-lo. Se quer ter o cabelo verde, pinta-o. Não o faz para chocar e sim para ser igual a si própria e gostar daquilo que vê no espelho.

Se no palco assume o protagonismo, dentro de casa é o filho, Fausto, de cinco anos, que tem todas as atenções. Mas não foi só o filho que revolucionou o seu mundo de afetos. Juntos há vários anos, a cantora casou-se, em setembro, com Fernando Ribeiro, dos Moonspell, que é, como assegura, “a minha alma gémea.”

Tendo como mote os concertos dos The Gift nos próximos dias 2 e 3 de março nos Coliseus do Porto e de Lisboa, respetivamente, Sónia conversou com a CARAS e revelou o que faz dela uma mulher feliz.
Ao fim de mais de 20 anos de carreira, atuar nos Coliseus continua a ser emblemático?
Sónia Tavares – O Altar é um disco muito importante para nós. Tivemos uma tournée de auditórios e depois passámos para as grandes praças e festivais. Mas mesmo assim achámos que este disco merecia uma sala maior, mas que tivesse aquela intimidade de um teatro. Por isso os Coliseus pareceram-nos perfeitos. Vamos celebrar o Altar e os 23 anos dos The Gift.
Pode-se esperar dois concertos diferentes daqueles que têm apresentado?
Sim, vamos ter concertos diferentes, o de Lisboa não será igual ao do Porto. Cada público é especial e ambos os sítios merecem espetáculos distintos. Sei que, além de um público mais diversificado, irão lá estar os nossos maiores fãs. Queremos reavivar-lhes a memória ao tocarmos músicas menos conhecidas.
Este disco tem um nome muito forte e simbólico. O que querem transmitir com esta escolha?
Normalmente, associamos um altar a alguma celebração, e não é preciso ter um cariz religioso. Neste caso, quisemos celebrar a nossa música e experiência. Estas canções ficaram tão ao nosso gosto que decidimos dar-lhes um altar.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1177 da revista CARAS.
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