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Entrevista exclusiva a Luciana Abreu depois da ida das gémeas para casa

Dois meses depois do nascimento prematuro, Amoor e Valentine tiveram alta da maternidade. Já com as filhas em casa, Luciana Abreu partilhou emoções com a CARAS.

Natalina de Almeida
12 de março de 2018, 13:26

A emoção toma conta dos dias de Luciana Abreu. É mãe de quatro meninas desde o dia 23 de dezembro de 2017, mas só desde a passada sexta-feira, 23 de fevereiro, é que tem as quatro reunidas em casa. As gémeas Amoor Viktória e Valentine Viktória nasceram prematuras, na Maternidade Alfredo da Costa, correndo risco de vida durante alguns dias e pondo à prova os pais, Luciana Abreu e Daniel Souza.

Dois meses depois, passaram os dias de angústia, em que as gémeas lutavam pela vida dentro de uma incubadora. Agora, a cantora e atriz sabe que tem em casa duas bebés frágeis, mas está imensamente feliz por ver a família reunida e só pede paz, saúde e amor, como contou à CARAS nesta primeira entrevista sobre o momento emocionante que vive. Ainda sem disponibilidade emocional para recordar tudo o que viveu ou falar muito do futuro, Luciana diz querer viver este momento em plenitude.

O momento de levarem as vossas filhas para casa será certamente um dos mais emocionantes das vossas vidas. Conseguem traduzir por palavras aquilo que estão a sentir?
Luciana Abreu – Muito amor e plenitude. A família está completa, é um círculo fechado.
Sempre acreditaram que tudo iria correr bem? Claro. Como católicos, a nossa fé é inabalável. Acreditámos sempre que tudo iria correr bem.
Acredito que terá precisado de uma força incrível para, depois do parto, ter regressado a casa sem as suas bebés… Onde encontrou coragem para este tempo de espera e também de muitas incertezas?
Eu e o meu marido completamo-nos e fizemos das nossas duas forças uma só. Os nossos corações vinham em paz e descansados, porque sabíamos que as nossas bebés estavam bem entregues, aos cuidados de uma excelente equipa como é a da Maternidade Alfredo da Costa, para além dos meus padrinhos.
Como é que as suas filhas mais velhas reagiram ao facto de as irmãs terem ficado na maternidade?
Eu e o Daniel preparámo-las. Elas foram capazes de sonhar que no próximo Natal a verdadeira prenda será a presença das manas, com a graça de Deus.
Sentiu a sua vida em suspenso durante estes meses?
Senti, e sentimos que ambos fomos postos à prova. Para termos uma atitude de abnegação, solidariedade, compreensão, tolerância, onde os nossos sentimentos foram filtrados, e ficámos – perdoem a imodéstia – ainda melhores pessoas.
As bebés chegaram a correr perigo de vida?
Claro, não fossem elas prematuras...
Como é ter duas filhas a lutar pela vida numa incubadora?
É amar incondicionalmente, seja a que preço for.
Na maternidade era-vos permitido o contacto físico com as bebés?
Passadas as horas críticas, todos os bebés têm contacto parental. É impressionante como o nosso conceito de pais se modifica dentro de uma maternidade, onde nos é permitido conviver de forma carinhosa e humana, a par de toda a tecnologia ao serviço das nossas filhas.
Como era a vossa rotina diária para se dividirem entre as duas meninas em casa e as bebés na maternidade?
Através da compreensão de todos e dos nossos hábitos domésticos tínhamos todo o tempo para dedicar às nossas gémeas.
Durante o tempo em que as bebés estiveram na maternidade, alguma vez lhes cantou?
Sempre.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1177 da revista CARAS.
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