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Isabel Angelino fala sobre relação com Manuel Gião: "tem sido muito bom"

A apresentadora da RTP vive dias felizes, tanto a nível pessoal como no campo profissional.

CARAS
10 de março de 2018, 17:08

A vida tem ensinado a Isabel Angelino que mais vale viver um dia de cada vez e que o equilíbrio entre a serenidade e a intensidade dos momentos torna tudo mais especial. Por isso é com otimismo, mas alguma cautela, que assume a sua relação com o piloto de automóveis Manuel Gião. “Estamos numa fase em que nos estamos a conhecer, e tem sido muito bom, porque temos encontrado muitos pontos em comum”, revela.
Profissionalmente, a apresentadora também vive um momento pleno e repleto de trabalho, com os programas Agora Nós, Aqui Portugal e Lusa Music Box.

Tornou-se público que mantém um relacio­namento com o piloto Manuel Gião...
É algo que gostaria que não tivesse sido revelado tão cedo, mas aconteceu. Queria que este momento fosse vivido a dois e que não houvesse exposição pública. Não vamos andar escondidos, mas queremos manter alguma discrição quanto a algo que é muito nosso e ainda está no início.

Esse é o lado negativo da exposição pública: querer viver as coisas com mais privacidade e nem sempre conseguir.
Claro! Por um lado, é natural que as pessoas que nos seguem queiram saber mais sobre nós, por outro lado, somos nós próprios que temos que saber gerir essa parte da nossa vida e da nossa carreira.

Como é que se conheceram?
Eu já conhecia o Manel enquanto um dos melhores e mais reconhecidos pilotos automobilísticos a nível nacional e internacional, como é natural. Acho até que já o tinha entrevistado há muitos anos. Mas agora que ele vai surgir com um novo carro e vai iniciar a temporada brevemente no Campeonato Nacional de Carros de Turismo, surgiu a hipótese de fazer com ele uma reportagem mais alongada para o Agora Nós. No final, houve uma empatia que nos levou a ter vontade de nos conhecermos melhor fora do âmbito profissio­nal, e foi isso que aconteceu.

Ambos têm profissões exigentes, com horários nem sempre fáceis de conciliar. Tem sido fácil arranjar tempo para estarem a dois numa fase tão importante como o início, em que ainda se estão a conhecer?
Sim, é verdade, mas vamos tentando conciliar os bocadinhos que os dois temos livres. Nem sempre é fácil, mas vamos andando com calma. Como disse, estamos numa fase em que nos estamos a conhecer, e tem sido muito bom, porque temos encontrado muitos pontos em comum.

Nesta altura da sua vida sente-se mais comedida ou, por outro lado, não há medos e vive-se tudo com mais intensidade?
O medo é o inimigo da felicidade. Deve viver-se tudo com intensidade e para mim só assim faz sentido viver, seja a nível pessoal, seja a nível profissional. Se a entrega não for total, nunca será totalmente verdadeira.

Sente que a serenidade que alcançou até aqui com o que já viveu se reflete agora nesta relação?
Não lhe chamaria serenidade, mas talvez sabedoria. A vida encarrega-se de nos ensinar muito sobre nós e os outros. O mais importante é aproveitar os momentos de felicidade todos os dias, sem a ansiedade de viver um futuro prematuro. O presente é a única coisa que temos certa.

A nível profissional também está numa fase muito positiva, com três programas bastante diferentes na RTP. Quando surgem novos desafios, é sempre revigorante...

Claro que sim, sobretudo quando gostamos daquilo que fazemos, que é o meu caso. São três projetos muito diferentes entre si. O primeiro a surgir foi a rubrica do Agora Nós, onde são focados semanalmente temas completamente diferentes e onde, juntamente com a minha equipa, também tenho opção de escolha de alguns deles. Ainda dentro do Agora Nós, também tenho sido chamada com alguma regularidade para fazer exteriores, ou seja, reportagens em direto. Depois, com a saída temporária do nosso querido Hélder Reis do Aqui Portugal para gravar outro programa, a direção de programas da RTP resolveu apostar em mim e convidou-me para me juntar à Joana Teles e à Catarina Camacho, de quem gosto muito, para fazer o programa até março. É um programa que nos dá o privilégio de estarmos lado a lado com o nosso público, de lhe dar abraços e beijinhos e de sentirmos também os mimos dele para connosco. É o humanizar da caixinha mágica. O último projeto a chegar foi o Lusa Music Box, na RTP Internacional, onde comecei há 25 anos.

Fique com o vídeo do making of da produção fotográfica para a CARAS da apresentadotra de 51 anos.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1176 da revista CARAS.
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