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Carolina Patrocínio fala sobre a terceira gravidez e confessa: “A Diana gostava que fosse um rapaz”

A apresentadora conversou com a CARAS sobre a forma como está a viver este momento especial da sua vida, a relação com o exercício físico e como as duas filhas estão a viver a expetativa de terem uma irmã... ou irmão.

Andreia Montes
9 de março de 2018, 15:08

A CARAS falou com Carolina Patrocínio que, por estes dias, se aproxima a passos largos de conhecer o terceiro filho. Tanto ela como o marido, Gonçalo Uva, não sabem o sexo da criança por opção e apenas Diana, de três anos, já revelou as suas preferências, dando até algumas sugestões de nomes dos seus melhores amigos, enquanto Frederica, de dois anos, apenas quer brincar. Tranquila e a percorrer um caminho que já lhe é familiar, a apresentadora de televisão falou abertamente sobre as preocupações e os cuidados durante este ‘tempo de graça’.

Em que é que esta gravidez é diferente das outras?

Carolina Patrocínio - A diferença prende-se com o tempo e com a disponibilidade que uma pessoa tem para viver as semanas de forma tão intensa. Na primeira gravidez tudo era novidade e notícia e eu tinha, de facto, mais tempo para mim. Nesta gravidez, o tempo passou a voar, também pelo facto de só a ter revelado bastante tarde. Estou nos últimos dias, semanas, e de facto, às vezes paro para pensar que agora sim, tenho de me preparar, agora sim tenho de arranjar as coisas porque o tempo é outro. Tenho duas bebés muito pequenas em casa que ocupam muito [tempo].

Que preocupações tem mantido em relação ao exercício físico e à alimentação? Têm sido as mesmas comparativamente às outras gravidezes ou mesmo quando não está grávida?

Sou super regrada em relação à consistência dos treinos. Portanto a consistência, ao contrário do ritmo, é exatamente a mesma. Ou seja, a frequência com que treino é a mesma, o ritmo é que não é exatamente o mesmo porque tenho de fazer alguns ajustes. A nível de alimentação confesso que sou mais focada porque é um período especial, gosto de ser acompanhada por um nutricionista, mas a alimentação em si continua a ser a mesma, baseada em proteínas, legumes…

Tem-se mantido ativa, como seria de esperar. Sente que pode ser um exemplo para outras mulheres que necessitam desse estímulo para também se manterem ativas ou desvaloriza um pouco o seu próprio papel?

Não gosto de rotular ou de ter a pretensão de querer ser um exemplo. Faço aquilo com o qual me sinto bem porque as minhas gravidezes também sempre o permitiram e nunca tive qualquer contra-indicação em nenhuma.

Porque já era ativa anteriormente…

Sim. Não posso exigir que toda a gente tenha este padrão de comportamento quando, muitas vezes, há contra-indicações médicas. Gosto de me sentir um exemplo no sentido inspiracional de quem gosta de treinar, de quem gosta de ver se publiquei treinos, isso sim.

Na sua opinião, porque é que há tantas ideias preconcebidas em relação ao desporto na gravidez? As próprias opiniões médicas dividem-se um bocadinho…

Apesar de as pessoas saberem, na teoria, que o exercício faz bem, a partir do momento em que estão grávidas ficam com receio, não querem arriscar por falta de coragem ou segurança para o fazer.

E o que é que falha aí nesse processo? É a falta de um profissional de confiança, quer na área desportiva, quer do ponto de vista da própria gravidez?

Eu sou muito autodidata. Acho que recai muito mais sobre a confiança que temos em nós próprios em conhecer o corpo, do que propriamente rodear-nos de uma equipa médica, que era algo que também não existia há uns anos. A minha mãe é nova e fazia duas ecografias ao longo de toda a gravidez, não sabia o sexo. E não foi por isso que não se manteve ativa. Acho que requer mais sobre a personalidade e a confiança de uma pessoa.

A sua vida pessoal e em particular as suas duas filhas são acompanhadas por milhares de seguidores e até pela própria comunicação social. De que forma é que se protege, a si e à sua família?

Guardo para mim a exclusividade de decidir aquilo que gosto e não gosto de partilhar. Há muitas pessoas têm esta conceção errada de eu mostrar tudo e estão redondamente enganadas. Mostro precisamente o que quero, quando quero, da forma que quero. E daí muitas vezes não deixar que usem as imagens das minhas filhas porque reservo esse direito para mim e para o pai delas. Gosto de partilhar momentos divertidos, cómicos, situações caricatas, e há milhentas outras que não partilho.

Mas não sente que esse direito fica um pouco mais sensível com as redes sociais? Continua a conseguir exercê-lo inteiramente?

Continuo a sentir total poder sobre as minhas redes e a ter controlo sobre isso no que toca às minhas filhas.

A Diana e a Frederica estão muito expectantes em relação à chegada deste bebé?

A Diana sim, a Frederica ainda não se apercebe.

Quais são as primeiras perceções dela [Diana]? Já viu uma irmã nascer, mas também era muito pequena…

A Diana gostava que fosse rapaz e pergunta muito quando é que vai nascer.

Elas gostam de se manter ativas com as próprias brincadeiras? Já fazem alguma atividade desportiva?

Sim, fazem natação, ballet, são crianças super ativas. São miúdas destemidas, independentes para a idade que têm. Não são muito crianças de colo, não querem ser chateadas.

Ajudaram na escolha dos nomes, uma vez que não sabemos se é rapaz ou rapariga?

Não ajudaram nada [risos].

Nem a mais velha?

A mais velha só sugere nomes dos melhores amigos.

Para estes últimos dias quais vão ser as maiores preocupações?

Ter as coisas prontas porque até agora não tinha nada. Nesta reta final é mesmo a preparação apesar de que, quem tem duas filhas em casa, tem basicamente tudo orientado.

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