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Viviane Leote recebe-nos em sua casa: "Os meus filhos são o meu maior projeto"

Ser mãe é a grande prioridade da empresária. Descontraída, Viviane admite que não gosta de ralhar e de ser intransigente. Acima de tudo, é uma mãe afetuosa e disponível para os seus quatro filhos.

Marta Mesquita
3 de março de 2018, 14:04

Quando veio do Brasil para Portugal, com apenas 24 anos, Viviane Leote começou por servir à mesa. Sem nunca ver isso como uma função menor, trabalhou com brio e deu sempre o seu melhor. Passados alguns anos, decidiu aventurar-se em nome próprio e abriu o seu primeiro restaurante, a Confraria do Sushi, em Cascais. Ao lado do marido, Jorge, a empresária foi expandindo os negócios e a família. Mãe de quatro filhos, Vitória, de 15 anos, Frederico e Gustavo, de 12, e Salvador, de seis, Viviane mostra que é possível ter o melhor dos dois mundos: uma carreira de sucesso e uma família unida e feliz.
Numa tarde passada em sua casa, em Cascais, a empresária, de 42 anos, posou ao lado da família e partilhou como conseguiu tornar todos os seus sonhos realidade.
É mais fácil ser uma empresária de sucesso ou mãe de quatro filhos?
Acho que as duas têm o mesmo peso, mas o que me dá mais gozo é ser mãe. Os meus filhos são o meu melhor projeto. Mas não é fácil conciliar tudo. Tento estar com eles de manhã, dou-lhes o pequeno-almoço, e sempre que posso vou buscá-los à escola. Estive sempre presente nos momentos importantes. Nunca faltei a um teatro da escola ou a uma apresentação de final de ano. Sei que a minha vida profissional é muito exigente, mas tento não falhar em nada como mãe. Os meus filhos são felizes, e isso é o mais importante. Somos todos muito companheiros, somos uma família muito unida.
Como se descreve enquanto mãe?
Acho que não sou uma excelente mãe, porque os defeitos dos meus filhos incomodam-me muito pouco e, se calhar, deveriam incomodar-me mais. A minha filha é muito emotiva. Ela dá e pede muito amor. Os gémeos são os filhos mais fáceis do mundo. São superunidos e amigos, raramente brigam entre eles ou com qualquer outra pessoa. O Salvador foi um príncipe. Com 13 dias já dormia a noite inteira. Nunca me deu trabalho. Os meus filhos sentem-se amados e isso, enquanto mãe, é o que mais valorizo.
Quando veio do Brasil para Portugal, começou por servir à mesa e hoje é uma empresária de sucesso na área da restauração. Qual foi o segredo para chegar tão longe?
Na altura, tinha 24 anos e estava um bocadinho perdida, porque tinha terminado um relacionamento. Sou uma pessoa com brio, e se tiver de servir à mesa faço-o da melhor maneira possível. Sou assim em tudo. Este meu empenho foi reconhecido e rapidamente comecei a gerir os espaços onde trabalhava. Depois, quis abrir um restaurante de sushi, que é algo que adoro. Havia poucos restaurantes desse género e achei que seria uma boa oportunidade de negócio. E foi assim que surgiu a Confraria do Sushi, já lá vão dez anos. Hoje temos oito espaços na área da restauração. Faço sempre o melhor que sei e posso, mas não sou uma viciada no trabalho. Adoro não fazer nada. O que me dá maior prazer é ficar no sofá a descansar. O segredo do meu sucesso é fazer tudo com brio. Se tenho um objetivo, não descanso enquanto não o alcanço. Sou uma sonhadora e é isso que me move. As pessoas dizem que sou uma mulher com muita sorte, mas a verdade é que quanto mais trabalho mais sorte tenho.

Fotos: Luís Coelho; Produção: Rita Vilhena; Maquilhagem: Tom Perdigão

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1175 da revista CARAS.
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