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Cláudio Ramos revela-se em texto intimista: "Grito que lido bem com o corpo, mas grito uma mentira"

O apresentador revelou o seu lado mais humano e frágil.

CARAS
2 de março de 2018, 12:36

Cláudio Ramos surpreendeu os seus seguidores com revelações no seu blogue “Eu, Cláudio”. Foi lá que partilhou uma fotografia sua nu e, a acompanhar, um texto onde revela o seu lado mais íntimo.

“Raramente nos despimos. Quase nunca ou para poucas pessoas. Ficar nu de roupa é uma coisa. Nu de tudo é outra. Poucas pessoas me viram nu. Poucas. Pouquíssimas”, escreve referindo-se a que a nudez de que fala está além do físico.

O apresentador explica que, apesar de ser conhecido do grande público, pelo trabalho que faz em torno dos famosos, raras são as pessoas que o conhecem na intimidade e admite até não gostar de se expor. “Eu não gosto de falar de famosos, só o faço porque é o meu trabalho e se dependesse de mim deixava já de o fazer. Eu gosto de fazer televisão onde me entrego todo e esse foi o caminho para a fazer bem feita. Eu não gosto de estar na linha da frente, incomoda-me ser o centro das atenções”, garante.

Apesar de se mostrar muitas vezes confiante no homem em que se tornou, Cláudio deixou “cair máscaras” ao dizer que “gosto de mim, mas não gosto um quinto do que as pessoas julgam. Quando tiro a roupa faço-o com a luz muito ténue com medo das imperfeições. Grito que lido bem com o corpo, mas grito uma mentira. As pessoas que me viram nu nunca perceberam isso. Somos tão mais do que um corpo despido frente a alguém. Somos uns infelizes quando achamos que o corpo nu que satisfaz o outro é suficiente, se esse alguém não nos vê para lá da pele”.

Admite ainda não ter tantos amigos famosos como seria de prever e revela o seu lado mais desconfiado. “As pessoas acham que tenho muitos amigos entre celebridades. É mentira. Não confio em quase nenhum e tenho noção que não me vêem como um amigo, preferem ter-me como um aliado de confiança porque lhes é conveniente”, pode ler-se no mesmo texto, onde refere ainda que gostaria de ter mais vezes a casa cheia e que viajar sozinho não é exatamente a sua preferência.

Fala ainda de sonhos que ficaram para trás, como o do teatro, desejo que guarda desde a infância, e de que gostaria que os seus romances alcançassem o sucesso dos seus livros práticos, admitindo que não fala inglês porque não consegue.

Confessa ainda já ter sofrido ataques de pânico, situações que o baniram de gozar bons momentos. “Um dia, faltei a uma festa muito importante onde estava muita gente que conheço, para onde tinha sido convidado e onde queria muito ir, porque tive um ataque de pânico sozinho em casa por não ter coragem de ligar a alguém para ir comigo e não saber como lidar quando chegasse lá.”

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