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Gigi Hadid justifica magreza depois de ser alvo de críticas

A modelo americana fala de condição responsável pelas mudanças no seu peso.

CARAS
12 de fevereiro de 2018, 16:55

Depois de ser alvo de duras críticas durante a Semana da Moda de Nova Iorque, Gigi Hadid justificou a sua magreza. A modelo explicou, através do Twitter, que sofre de uma condição autoimune, a doença de Hashimoto, e que esta afetou o seu peso.

Nas redes sociais, Gigi partilhou a seguinte mensagem com os seus 8,5 milhões de seguidores: "Para os que perguntam porque é que o meu corpo mudou ao longo dos anos, vocês não devem saber que quando eu tinha 17 anos ainda não me tinha sido diagnosticada a doença de Hashimoto. Aqueles que me chamaram 'muito grande para a indústria' estavam a ver inflamações e retenção de líquidos devido a isso". A manequim afirmou ainda que a doença autoimune é a responsável pela sua silhueta delgada.

Segundo Gigi, nos últimos anos recebeu medicação devido aos sintomas de fadiga extrema que apresentava e problemas de metabolismo. "Embora o stresse e as viagens excessivas também possam afetar o corpo, sempre comi o mesmo, o meu corpo apenas lida de maneira diferente agora que minha saúde é melhor", contou, acrescentanto que se sente "mais saudável internamente".

Cansada de justificar o seu aspeto físico, a jovem garantiu que não fará mais justificações deste tipo e criticou as sugestões de que seriam as drogas o motivo pelo qual estaria a perder peso. "Sem julgar os outros, mas as drogas não são para mim, deixem de me colocar nessa caixa apenas porque não entendem a maneira como o meu corpo amadureceu".

A publicação da manequim americana, de 22 anos, terminou com um pedido aos utilizadores das redes sociais e aos fãs. "Use a sua energia para levantar aqueles que admira, em vez de ser cruel com aqueles que não admira".

Cansaço, sensibilidade ao frio, aumento de peso e depressão são alguns do sintomas da doença de Hashimoto, o tipo mais comum de reação autoimune. Caso não seja tratada, a doença pode levar a outras complicações mais graves, como o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e bócio (aumento do volume da glândula tiróide).

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