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João Lemos

Débora Monteiro: "Sei que a beleza é um dos meus trunfos"

Atualmente, a atriz integra o elenco da novela da SIC ‘Paixão’, onde dá vida à deslumbrada e extrovertida São. Débora assegura que está a gostar muito deste desafio profissional.

Marta Mesquita
11 de fevereiro de 2018, 15:00

Se há expressão que encaixa na perfeição em Débora Monteiro, é a de ser uma verdadeira “mulher do Norte”. Aos 34 anos, a atriz, natural de Vila Nova de Gaia, é uma mulher confiante, que sabe bem aquilo que quer. Assegura que não faz “fretes” e que quando está descontente não tem problemas em demonstrá-lo. Dona de um corpo escultural, Débora admite que a sua beleza tem sido um trunfo para construir uma carreira de sucesso. Contudo, sabe que é muito mais do que uma mulher bonita e garante que já deu provas disso.
Realizada profissionalmente, a atriz também tem muitos motivos para sorrir fora da televisão. Há seis anos ao lado de Miguel Mouzinho, Débora sente que encontrou no empresário “a pessoa certa” para realizar um dos seus maiores sonhos: ser mãe.
Tendo como mote a personagem que interpreta na novela da SIC Paixão, a extrovertida e aspirante a estrela São, a atriz conversou com a CARAS e revelou o que faz de si uma mulher feliz em todos os décors da sua vida.
– Deve ser muito divertido fazer uma personagem tão cómica como a São...
Estou a divertir-me muito. Contudo, é uma personagem muito exigente, porque tem muita energia, e tenho de decorar músicas e coreografias. Tem sido fantástico, porque estou integrada num núcleo excelente.
– A sua personagem quer ser uma cantora famosa. A Débora gosta de ser conhecida?
– Cada vez sinto mais necessidade do meu espaço e da minha privacidade. Não sou uma pessoa muito “social”. Não gosto de me expor nem de ir a eventos. Mas identifico-me com a São em alguns aspetos. Tal como ela, sou divertida. Sou de sorriso fácil, mas quando estou aborrecida também o demonstro. Contudo, hoje em dia prefiro não me chatear e passo à frente. Não perco o meu tempo com alguém que não faz qualquer diferença na minha vida.

É muitas vezes definida como uma “mulher do Norte”. Revê-se nessa descrição?
– Sim. As mulheres do Norte acabam por ser mais leves. Entramos na onda, mas, quando temos de dizer algo, dizemos. Não vivo em função do julgamento dos outros. Tenho “pelo na venta” e não faço fretes. Também gosto de comer bem.

gradecemos a colaboração de Aldo, Mango, My Story Hotel Ouro e Zara

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1173 da revista CARAS.
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