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João Lima

Afonso Vilela: "Quanto mais maduro, mais apaixonado me sinto"

O modelo decidiu aventurar-se no mundo dos blogues e criou um espaço, VIL, onde expõe as suas paixões.

Vanessa Bento
3 de fevereiro de 2018, 13:01

Foi há cerca de 30 anos que Afonso Vilela, agora com 47, deu os primeiros passos no mundo da moda. Passos esses que não se limitaram às passerelles e que entretanto o levaram à televisão, ao teatro e até mesmo ao cinema. Sem esquecer a cozinha. Mas Afonso não se define por todos os projetos que já fez, muito pelo contrário. O vencedor do Masterchef Celebridades vai para além das fronteiras da profissão e realiza-se na Natureza, onde “acontece o encontro mais próximo” consigo mesmo, diz, e nas descobertas que vai fazendo pelo nosso país e pelo mundo fora. Apaixonado por desportos radicais e de aventura, Afonso Vilela recusa passar um fim de semana em frente à televisão, e decidiu fazer um convite aos portugueses em forma de blogue. VIL é o seu cantinho na internet, no qual se dá a conhecer em todas as suas dimensões e onde faz questão de sair da sua zona de conforto para continuar a crescer e a conhecer-se. Das receitas à partilha de histórias mais íntimas, tudo faz parte desta casa online onde o modelo se dá a conhecer como sempre fez, sem máscaras nem artifícios.

– Ao fim de 30 anos de carreira como modelo, e depois de ter ganho o Masterchef Celebridades, decidiu começar um blogue...

Decidi fazê-lo porque há uma série de atividades extraprofissionais que faço há mais de 30 anos e que gostava de partilhar. Ando há 30 anos na estrada e tenho uma bagagem que pouca gente tem. Neste tempo, percorri o país várias vezes e pude ver os nossos recantos mais especiais, e é uma forma de também dar a conhecer o que vou vendo às pessoas.

É também uma maneira de se reinventar?

É mais uma forma de me adaptar. Continuo a ser muito cioso e a ter muito brio profissio­nal. Nunca pesei o mediatismo como devia ser, sempre me limitei a ser um bom profissional. Mas hoje em dia o lado mediático tem muito mais peso do que acho que deveria ter e percebo que o profissionalismo também passa por, agora, dedicar parte do meu tempo a isto.

– Desde sempre que nos habituámos a vê-lo com esse sorriso. A vida tem sido boa para si?

Acho que sou um felizardo. Para já, porque trabalho e tenho a oportunidade de fazer coisas que adoro, seja o desporto de aventura, seja cozinhar. Aliás, o Masterchef foi o melhor de dois mundos: juntou a minha paixão pela cozinha com o mundo da televisão. O programa parece que foi feito à minha imagem. Mas acho que sim, que tenho sido bafejado pela sorte. Tanto a nível familiar como das minhas amizades, considero-me uma pessoa com muita sorte.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1173 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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