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Catarina Furtado: “Nunca deixei que me pusessem rótulos, tive sempre uma voz”

A apresentadora e atriz revelou à CARAS o que faz dela uma mulher bonita por dentro e por fora.

Marta Mesquita
21 de janeiro de 2018, 10:00

Ano após ano, Catarina Fur­tado é considerada uma das mulheres mais bonitas e elegantes de Portugal. Dona de um corpo escultural, a apresentadora, de 45 anos, sabe que a imagem é um importante instrumento do seu trabalho. Contudo, sempre se recusou a ser apenas uma cara bonita, mostrando que a beleza tem sempre de ter “conteúdo”, como gosta de explicar. Mais do que valorizar o reflexo que vê no espelho, a presidente e fundadora da associação Corações com Coroa gosta de cuidar dos afetos, o ponto de partida e de chegada de tudo o que faz na vida.
Tendo como mote a campanha Inside and Out, que protagoniza para a Intimissimi, e que tem como objetivo valorizar a força e a personalidade de cada mulher, Catarina conversou com a CARAS sobre quem é dentro e fora de portas, revelando os valores que a têm inspirado enquanto mãe, mulher, profissional e filantropa.
– É mais difícil para uma mulher bonita conseguir mostrar a sua beleza interior?
Catarina Furtado – Não sei, porque depende sempre de quem olha. Não querendo estar a dizer que sou bonita, no início da minha carreira pensei, em diversos momentos, se as pessoas valorizariam mais do que o meu aspeto. Lembro-me muito bem dessas minhas inseguranças profissionais... Esse lado mais superficial que nos atribuem, essa espécie de rótulo, é algo muito angustiante.
– Sentiu que precisou de se fazer ouvir e de se impor para não correr o risco de ser apenas uma cara bonita?
– Acho que isso aconteceu muito no início. A seguir ao sucesso do Chuva de Estrelas, percebi que não queria apenas fazer aquele formato. Não que tire algum mérito a quem o faz, mas para mim seria muito limitado ficar só por ali. Senti que tinha de ter uma voz e saber mais. Daí ter ido para Londres estudar quando estava numa fase tão boa da minha carreira. Quando comecei a trabalhar em televisão, poderia ainda não saber o que queria, mas sabia muito bem o que não queria. Nunca deixei que me pusessem rótulos, tive sempre uma voz. Sempre quis tomar conta da minha vida. Não queria que alguém me dissesse: “Faz assim” ou “agora és uma marca”. Nunca quis nada disso para mim. Por mais que viva no mundo da imagem, o que passo para as pessoas tem de ser genuíno.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1169 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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