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Úrsula Corona: "Sempre quis escolher e não ser a escolhida"

A atriz brasileira, que integrou recentemente o elenco da novela da TVI “Ouro Verde”, esteve no Castelo da CARAS, no Buçaco, onde explicou que faz questão de conciliar o trabalho em Portugal com a manutenção de uma carreira no Brasil.

CARAS
14 de janeiro de 2018, 11:32

Autenticidade é uma característica que sobressai na personalidade de Úrsula Corona, de 35 anos. Sem medo de ousar e seguir os seus sonhos, a atriz divide-se entre Londres, Brasil e Portugal: tudo pela arte. “Os desafios movem-me. Mando na minha vida e escolho os meus trabalhos, portanto, se a proposta me seduz, não existem limitações de distância nem falta de tempo. Sempre quis escolher, não ser escolhida”, justifica, durante os dias que passou no Castelo da CARAS, o Bussaco Palace Hotel. Versátil, a atriz mantém a sua produtora, a Sete Artes Produções, nos três países e ainda em Madrid, além de se dedicar à televisão. Os seus trabalhos mais recentes foram a participação no reality show Biggest Deal e na novela Ouro Verde, ambos na TVI. E já em janeiro vai estrear um programa ao vivo, aos domingos. “Estou a descobrir o meu lado de comunicadora”, adianta.
Com 27 anos de carreira, Úrsula percebeu a necessidade de mudança há cerca de seis anos, quando começou os seus primeiros trabalhos fora do Brasil. “Eu precisava de construir a minha independência para poder dizer não, fazer o que queria e ser feliz com a minha profissão. Foi preciso coragem para mudar. Sair da minha zona de conforto e romper um contrato com uma emissora não é fácil. O mundo é enorme, a nossa cabeça é que é pequena”, frisa, fazendo questão de continuar a exercer a sua profissão no Brasil, onde fez recentemente a novela Totalmente Demais.
Discreta quando o assunto é a vida pessoal, Úrsula garante que está feliz e confessa que a vontade de ser mãe está cada vez mais patente. “Quem sabe daqui uns dois anos, no máximo! Quero muito ter a minha família, mas tudo na vida tem o seu tempo. Vejo tantas pessoas que se casam por carência, conveniência... Para mim, esse não é o melhor caminho”, garante.

Como foi deixar a tal zona de conforto para ir atrás da independência e dos seus sonhos?
As pessoas acharam que estava maluca, mas sem dúvida que tudo isto me fez mais feliz. Planeio a vida a curto, médio e longo prazo.

Leva a essência brasileira aos países por onde passa?
– Tenho muito orgulho em ser brasileira, apesar de todos os problemas que temos vivido. Quando estou longe, é difícil, sinto falta das pessoas e do calor humano. Mas vou ao Brasil com muita frequência.

Fotos: Tamara Gaspar

Agradecimentos: Cadu Pilotto/Caras Brasil

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1169 da revista CARAS.
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