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João Lemos

Matilde Breyner: "Tive de bater no fundo para me transformar em quem sou hoje"

Sem pudores em mostrar as suas emoções, aos 33 anos a atriz revela o que faz dela uma mulher de bem com a vida.

Marta Mesquita
13 de janeiro de 2018, 10:36

Matilde Breyner, de 33 anos, é uma mulher cool e descontraída. Já é considerada uma trendsetter, sendo muitos dos seus visuais elogiados na imprensa e nas redes sociais. Apesar de reconhecer que tem bom gosto, a atriz desconstrói por completo essa imagem de fashionista, afirmando: “O meu armário só tem t-shirts brancas e calças de ganga.”

Devido ao seu apelido, muitos pensam que é uma menina de “boas famílias” que cresceu com muitos privilégios. E esta é outra ideia que cai por terra. Matilde nunca foi criada com a mania das grandezas e aprendeu a dar valor às coisas simples da vida. Sabe o que é não ter nada, uma experiência que a ajuda agora a viver em pleno o ter tudo: trabalho e um namoro feliz com Tiago Felizardo.

Numa conversa sem filtros, a atriz revelou como se tornou uma mulher que aprendeu a aceitar tudo aquilo que a vida lhe dá.

O Rossio foi o cenário escolhido para esta sessão fotográfica. É uma mulher citadina?

Bom, eu cresci no campo. Quase todos os fins de semana fujo para casa dos meus pais, em Azeitão, porque não aguento a vida da cidade. Por isso, não posso dizer que sou uma mulher citadina.

Quais foram os valores que marcaram o seu crescimento?

O valor da família. Sou muito ligada aos meus. Para mim, a família está sempre em primeiro lugar. E quero educar os meus filhos da mesma maneira que os meus pais me educaram. Eles nunca me cortaram as asas, nunca me senti presa.

Fotos: João Lemos; Produção: Patrícia Pinto; Maquilhagem: Ana Filipa Pereira; Agradecimentos: H&M, My Story Rossio, Pedro Pedro e Primark

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1168 da revista CARAS.
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