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Pedro Jorge Melo

Sofia Correia “Não me basta ser mãe para me sentir totalmente realizada”

A atriz posou ao lado do marido, Miguel Ribeiro de Carvalho, e dos filhos, Duarte e Vasco.

Marta Mesquita
25 de dezembro de 2017, 16:00

Construir uma família ao lado do arquiteto Miguel Ribeiro de Carvalho é a maior conquista de Sofia Correia. Contudo, a atriz não se deixa definir apenas pelo seu papel de mãe, nem tão-pouco se limita pela logística de quem tem dois filhos pequenos, Vasco, de dois anos e meio, e Duarte, de cinco meses. Até porque Sofia não põe a capa de supermulher, tendo aprendido a pedir ajuda e a respeitar o tempo de que precisa para si própria.
Antecipando o primeiro Natal a quatro, a atriz posou ao lado dos seus rapazes e revelou o que faz de si uma mulher feliz nos vários ‘palcos’ da sua vida.
– Teve o seu segundo filho há poucos meses. Sente que, apesar de já não serem pais de primeira viagem, o nascimento do Duarte mudou a vida da vossa família?
Sofia Correia – Mudou! A logística agora é bastante diferente. Durante uns meses andei sempre com os dois atrás e isso foi um desafio. Quando o meu primeiro filho nasceu, foi tudo muito fácil. E desta vez já foi mais complicado. É importante não nos armarmos em supermulheres. Não devemos ter vergonha de dizer que estamos cansadas e que precisamos de ajuda. Basta ter um bocadinho de apoio para tudo melhorar.
– Em casa há um trabalho de equipa?
– Sim. Quando as pessoas veem o meu marido com os dois, dizem-me logo que ele é incrível. E isso não deveria acontecer. Deveria ser normal ver um pai a fazer tudo com os filhos. Eu, que estou com os dois todos os dias, também não sou incrível?! Essa distinção irrita-me. O meu marido é um paizão e não faz qualquer sentido ser de outra maneira. Ele faz aquilo que deve fazer.
– Agora que já tem experiência, sente que hoje é uma mãe mais descontraída?
– Dizem que no segundo filho aprendemos a descomplicar, mas sempre fui muito prática e relaxada. Faço tudo com os meus filhos e levo-os para todo o lado. O que noto é que já não estou tão disponível para o Duarte como estava para o Vasco. Se estou a dar de mamar e o Vasco me chama porque quer ir à casa de banho, tenho de interromper para o ir ajudar. Também ando mais cansada, o que é normal.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1166 da revista CARAS.
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