Nas Bancas

JLI_RaquelStrada-0690.jpg

João Lima

Raquel Strada: “Não digo nunca, mas dificilmente serei mãe, não tenho vontade”

Nesta época em que se pedem desejos e se fazem balanços, a apresentadora pede saúde e amor para ela e para os seus.

Vanessa Bento
24 de dezembro de 2017, 18:00

Embora assuma alguma falta de ambição, Raquel Strada, de 35 anos, é hoje um nome incontornável no meio digital português. Através do seu blogue, Blue Ginger, tem conseguido destacar-se como uma referência no mundo da moda. “Não sou muito ambiciosa e isso é um problema. Só agora aprendi a desenvolver uma ambição moderada. Hoje sou mais focada, quero fazer mais coisas. Mas essas coisas traduzem-se em áreas diferentes. Queria explorar mais esta área digital, queria crescer de maneira diferente em termos digitais. Acima de tudo, gosto de comunicar, seja a falar, a escrever...”, sublinhou à CARAS durante uma tarde de compras na loja da Tous no Chiado, em Lisboa.
Feliz com todas as conquistas que tem concretizado, Raquel Strada não esquece que é nos afetos que se reencontra diaria­mente. Ao lado de Joaquim Fernandes, a blogger vive um casamento feliz há dois anos e meio. A verdade e o respeito marcam o compasso deste amor.
– Depois do casamento, o Natal passou a ter outro sabor?
Raquel Strada – Quando era miúda, não festejava o Natal, porque os meus pais são testemunhas de Jeová, e a certa altura comecei a rebelar-me, no bom sentido, e a fazer o meu próprio Natal com os meus amigos. E fui sempre uma espécie de adotada pelas famílias que o comemoram. Portanto, na realidade, desde que me casei isto não mudou muito. A única coisa que mudou é que agora festejo com uma família que em parte também é minha. O Natal é uma altura muito especial para mim, porque o passo com quem gosto. Infelizmente, é também uma época muito consumista e não nos podemos esquecer que o que conta mais é a partilha. Esta disponibilidade total para estarmos com quem gostamos, sem termos que ir trabalhar, é mágica.
– Tendo uma vida tão agitada, sabe-lhe particularmente bem ter este reduto de tempo com quem ama?
– Claro que sim. Preciso mesmo de descansar. Tenho a sorte de fazer o que gosto, mas é fundamental ter estas pausas. Preciso de tempo para a minha estabilidade emocional, física, mental... De vez em quando, as coisas passam a correr e o bem mais precioso de todos é termos tempo.
– No Natal, gosta mais de dar ou de receber presentes?
– Das duas coisas. Gosto de comprar, mas sou relativamente controlada. Há presentes que sou eu que faço e gosto de dar às pessoas o que elas querem. O meu lema de vida é não fazer aos outros o que não gosto que me façam a mim, por isso gosto que as pessoas se preocupem comigo e gosto de me preocupar com elas.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1165 da revista CARAS.
Assinatura Digital
Apple Store
Google Play
Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras