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Matt Damon volta a ser polémico ao falar sobre casos de assédio sexual

O ator garante que a maioria dos homens "não faz nada disso" e queixa-se de que ninguém fala deles.

CARAS
19 de dezembro de 2017, 16:13

Começou por hierarquizar o abuso sexual, dizendo que "há uma diferença entre apalpar o rabo ou ser pedófilo", teve resposta da colega e ex-namorada Minnie Driver (e de uma série de outras figuras), e agora voltou à carga. O ator Matt Damon quer que se fale dos "homens que não são predadores", garante que a maioria dos que conhece nunca fez nada parecido e acha que os recentes relatos têm de ser vistos "caso a caso".

O argumento de atrizes como Minnie Driver, que respondeu ao ex-namorado num artigo publicado no jornal The Guardian, foi o de que os homens "não sabem o que é conviver com o assédio sexual diariamente" e que, por isso, não estão habilitados a comentá-lo. Além disso, referiu Alyssa Milano no Twitter, criar uma escala de gravidade é perigoso porque tende a subvalorizar o problema: "Existem diferentes estágios de cancro. Alguns mais tratáveis do que outros. Mas continua a ser cancro".

Para Damon, que esta semana voltou ao tema em entrevista ao Business Insider, este é um período divisor de águas - "e isso é ótimo" -, o que leva a um endurecimento do discurso e apaga os "não predadores". Mas e se o ator se cruzasse com algum dos outros nos bastidores de uma filmagem? "Isso sempre esteve no meu pensamento", garante. Porém, para o ator, "a vida é demasiado curta" para se recusar a trabalhar com alguém, o que levaria a ter de avaliar "caso a caso" para perceber a gravidade de cada um: "Ir lá [e ver] 'Que história é esta?'".

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