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Tito Paris de regresso: “Senti que estava na altura certa de me dedicar a compor para mim”

O músico cabo-verdiano apresenta dia 18, no Coliseu dos Recreios, o seu novo álbum, ‘Mim ê Bô’.

Andreia Cardinali
19 de novembro de 2017, 16:00

Tito Paris, de 54 anos, 35 de carreira, dispensa apresentações enquanto cantor e compositor cabo-verdiano que tem levado a lusofonia aos quatro cantos do mundo. Orgulhoso da sua herança musical e do peso da responsabilidade de ser um dos embaixadores da cultura da sua terra natal, tem nas mornas, no funaná e nas coladeras a sua raiz, mas não se deixa espartilhar, já que abraça outros universos sonoros, como acontece neste seu novo álbum, Mim ê Bô.
A seu lado, em cada momento, tem tido a mulher, Ondina, e os filhos, Day, de 33 anos, Vítor, de 25, Aristides, de 16, e Hugo, de 12.
– Foram necessários 15 anos para que voltasse a fazer um álbum. Porquê?
Tito Paris – Nestes 15 anos estive sempre em tournée com os meus concertos, a promover a música lusófona e a minha música. Depois, não havia pressão nenhuma da parte da minha editora, já que eu continuava com concertos pelo mundo. Entretanto, ia de vez em quando a estúdio, fazia uma música que depois estragava, até que senti que estava na altura certa de me dedicar a compor para mim e a criar este álbum. São 15 anos de experiências, de parcerias com outros cantores.
– Estes 15 anos tornaram este álbum especialmente completo?
– É um álbum de palcos e povos diferentes, com uma sonoridade nova. Tem ritmos cubanos, brasileiros, portugueses, angolanos, cabo-verdianos, e este álbum representa vários sons num só sabor, que é a minha essência cabo-verdiana. A minha preocupação neste momento é juntar novos sons à música de Cabo Verde e ajudar a enriquecê-la. Ainda não sei como será o próximo trabalho, mas já tenho algumas ideias...
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1162 da revista CARAS, nas bancas.
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