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Bárbara Guimarães reage à condenação de Carrilho por violência doméstica

No passado dia 31 de outubro, Manuel Maria Carrilho entrou cabisbaixo no Campus de Justiça, onde foi lida a sentença que o deu como culpado dos crimes de violência doméstica, ameaça, ofensas à integridade física, injúrias e denúncia caluniosa contra Bárbara Guimarães, o empresário Kiki Neves e um amigo da apresentadora,

Cristiana Rodrigues
16 de novembro de 2017, 10:29

O acórdão é claro. Manuel Maria Carrilho foi condenado por violência doméstica e denúncia caluniosa contra Bárbara Guimarães, a quem vai ter de pagar 50 mil euros a título de danos não patrimoniais. E foi ainda condenado por crimes de injúria, ofensa à integridade física e ameaças ao empresário Kiki Neves (ex-namorado da apresentadora) e a Ricardo Pereira (um amigo de Bárbara). Ao primeiro, a indemnização civil é de cinco mil euros, ao segundo, entre danos patrimoniais e não patrimoniais, o total é de 1775,63 euros. Por todos estes crimes, o professor universitário e ex-ministro da Cultura foi condenado a uma pena de quatro anos e seis meses de prisão, suspensa por igual período, durante a qual está proibido de contactar a ex-mulher. Irá ainda ter de frequentar um programa de prevenção da violência doméstica.
Depois da leitura do acórdão, que demorou mais de uma hora e que se refere a factos que datam de 2014, já após o divórcio da apresentadora e do professor universitário, a juíza presidente do coletivo do 22.º Juízo do Tribunal da Comarca de Lisboa deu como provado que Carrilho agiu com dolo e revelou total ausência de arrependimento. E rematou: “Não me parece que tenha futuro nesse caminho. A pena é esta. É tudo.”
À saída do Campus de Justiça, Bárbara optou por não prestar declarações à imprensa, posição que tem mantido ao longo destes anos. E foi Pedro Reis, seu advogado de defesa, quem o fez, mostrando-se satisfeito com o desfecho: “Isto é uma questão que tem a ver com a vida íntima do casal e com os filhos [Dinis, de 13 anos, e Carlota, de sete], portanto ela tem-se poupado, e bem, a uma exposição pública, que é nefasta para toda a gente, nefasta para ela e para os filhos. Ele, pelo contrário, tem utilizado os jornais e revistas como instrumentos de ataque permanente à figura moral da minha constituinte, e, justamente por essas razões, eu considero-me muito contente com esta decisão.”
Menos satisfeitos saíram o condenado e o seu advogado, Paulo Sá e Cunha, que deverão recorrer da decisão. O ex-governante afirmou, no entanto, à comunicação social que está tranquilo. “Neste momento a minha grande preocupação é a Carlota ter uma mãe que anda com 2,8 g/l de álcool no sangue”, comentou Carrilho referindo-se à providência cautelar que interpôs no Tribunal de Família e Menores e em que pede que lhe seja dada a guarda provisória da filha (já tem a guarda de Dinis), baseando-se no acidente provocado pela apresentadora em Alcácer do Sal, no início deste mês. Quatro dias depois de conhecida a sentença, Bárbara usou as redes sociais para agradecer o apoio que tem recebido. “Obrigada pelo enorme carinho e pela força que me têm transmitido”, escreveu.

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