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Rosarinho Cruz: “Sou uma caixinha de emoções, aprendi a lidar com isso”

A ‘designer’ de joias e pintora recebeu-nos, com os netos, no seu refúgio, em Lanhelas.

CARAS
5 de novembro de 2017, 16:00

Pelas paredes da casa multiplicam-se as aguarelas. Às que têm a assinatura de Rosarinho Cruz juntam-se as que foram feitas por Mateus, o neto, de cinco anos, que demonstra gosto e jeito para pintar. Foi com os dois e ainda com a neta, Rosarinho, de dois anos, que estivemos em Lanhelas, o refúgio fora da cidade para onde a designer de joias e pintora costuma ir em busca de tranquilidade.
Com os filhos já crescidos – João tem 36 anos, Marta, mãe das duas crianças, 34, e Manel, 18 –, é tempo de Rosarinho se dedicar a si própria, ao namorado, Nuno Pinto Leite, aos amigos e às coisas que gosta de fazer. As joias e as aguarelas são a sua grande paixão, e é com satisfação que vê a possibilidade de Marta, com quem já trabalha há cinco anos, e Manel, que começou agora a estudar joalharia, darem seguimento à sua marca.
– Esta casa é o seu refúgio? Costuma vir para aqui pintar?
Rosarinho Cruz – Quando comprei esta casa, em 2009, fi-lo porque estava a entrar numa nova fase e foi muito importante para mim. Quis marcar um recomeço. Na altura, vivia só com o Manel e estava a passar uns dias em casa de uns amigos aqui perto quando a vi, ainda em fase de reconstrução. Mais recentemente fiz obras para melhorar o espaço e agora venho mais vezes. Já tenho o meu cantinho para pintar e os miúdos costumam trazer os amigos, pois há quartos para todos. É um sítio inspirador. Aqui sinto uma tranquilidade inacreditável. A luz é maravilhosa, acordo com o canto dos galos e consigo relaxar.
– Pela casa encontramos fotografias de família e aguarelas...
– E está ali uma do Mateus, ele gosta muito de pintar comigo. Tem uma sensibilidade inacreditável e sempre que chega a minha casa pede para pintar e desenhar. A Rosarinho também quer fazer, mas só porque vê o irmão. Ela é outro género, muito parecida comigo, extrovertida e faladora.
– Eles dão-se bem?
– Dão-se lindamente. Feliz­mente, passamos muito tempo juntos e posso vê-los crescer. O Mateus é um príncipe, tem imensa piada. Apesar de a Marta ter graça, acho que ele sai mais ao pai, tem um sentido de humor próprio. A Rosarinho é outra onda, é de chorar a rir. Fala e brinca com toda a gente, vai ao colo de qualquer um. Sou uma avó muito feliz por poder estar com eles todos os dias. Como eu e a Marta trabalhamos juntas, eles vão para minha casa depois da escola.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1160 da revista CARAS.
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