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Famosos indignados com agressões no Urban Beach

Várias figuras públicas mostraram a sua revolta nas redes sociais.

CARAS
3 de novembro de 2017, 17:09

Na madrugada de 1 de novembro, após os festejos de Holloween, um grupo de seguranças foi filmado a agredir, violentamente, dois jovens à porta da discoteca Urban Beach, em Lisboa. O vídeo rapidamente começou a circular nas redes sociais, gerando uma onda de indignação.
Inês Castel Branco foi uma das figuras públicas que recorreu ao Facebook para mostrar a sua revolta face ao episódio de violência. “Não vou ver o vídeo porque não quero ficar com nenhuma imagem horrível para sempre na minha cabeça, mas já ouço há tanto tempo descrições de violência no Urban e não percebo como é que alguém continua a lá ir. Aqueles jovens podiam ser os nossos filhos, irmãos, primos, amigos. Isto tem de parar", escreveu.
Quem também não ficou indiferente ao que se passou à entrada do espaço de diversão noturna foi Raquel Prates, que deu conta da sua indignação no Facebook. "Estou horrorizada que esta barbárie continue e que não exista uma investigação séria e transparente das entidades responsáveis sobre o que se passa no Urban. Não costumo publicar imagens de violência gratuita, mas pretendo que seja visível a atitude desumana, e os rostos de quem a pratica. Acho que primeira medida tem de ser a identificação dos mesmos e a abertura de um processo. Isto é crime. Agressão e tentativa de homicídio", pode ler-se na publicação.
No Instagram, a atriz Irma Ribeiro também condenou as práticas de violência dos seguranças do Urban Beach. “Não tenho palavras para o que tem acontecido neste lugar. Estou enojada. Não basta toda a guerra que atormenta o mundo todos os dias e ainda existem pessoas capazes de escrever histórias de horror onde ainda não se morre ao tiro por acaso. Que vergonha. Ah, e chamem pelo nome os homens que deram pontapés e saltaram a pés juntos na cara do rapaz. Não são 'seguranças', são otários!”, escreveu.
Entretanto um dos seguranças envolvido no episódio de violência foi detido na madrugada desta sexta-feira, 3 de novembro. O Ministério da Administração Interna já decretou também o encerramento da discoteca lisboeta, que este ano foi alvo de 38 queixas à PSP por situações semelhantes.

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