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Cleia Almeida e Gonçalo Maria Lebre vão ser pais de mais uma menina

Pais de Mafalda, de três anos, a atriz e o assistente de realização vão ter outra menina, cujo nascimento está previsto para o final de fevereiro. Apesar de não esconderem que gostavam de ter um rapaz, Cleia e Gonçalo estão felizes por saberem que o seu mundo vai continuar a ser “pintado” de cor-de-rosa.

Marta Mesquita
30 de outubro de 2017, 15:28

Cleia Almeida, de 34 anos, e o marido, Gonçalo Maria Lebre, de 30, estão casados há apenas três anos, mas falam sobre a sua relação como se já estivessem juntos há muito mais tempo. Esta cumplicidade, como explicam, constrói-se no dia a dia. Sobem ao “palco” sempre juntos, partilhando todas as cenas e cedendo, quando é preciso, o protagonismo um ao outro.
Nesta sinopse, que até agora se tem escrito a três, vai haver lugar para mais um, ou melhor, para mais uma. Pais de Mafalda, de três anos, a atriz e o assistente de realização preparam-se para serem pais de outra menina, que deverá nascer no final de fevereiro. E foi precisamente sobre este segundo take no filme das suas vidas que falámos com Cleia e Gonçalo. Está tudo pronto, podemos começar a gravar. Ação!
– Esta foi uma gravidez planeada ou acabou por ser um feliz acaso?
Cleia Almeida – Foi uma gravidez muito planeada. Como sou atriz, tinha mesmo de engravidar naquela pausa logo a seguir às gravações da novela Amor Maior e foi isso mesmo que aconteceu.
– Vive-se uma segunda gra­videz com se fosse a primeira?
Gonçalo Maria Lebre – Sim, vive-se com a mesma emoção, mas com menos ansiedade e preocupação. O primeiro ano e meio de um filho é algo que nos põe à prova como pessoas e como casal. É mesmo um desafio. E só depois desse período é que conseguimos começar a pensar em ter outro.
Cleia – Como correu tudo bem na gravidez da Mafalda, achamos que desta vez vai ser igual. E para me tranquilizar ainda mais, decidimos fazer o teste de rastreio pré-natal neoBona. A minha obstetra disse-me que era um dos testes mais fiáveis. Despista as trissomias e as alterações nos cromossomas sexuais. Além disso, permitiu-nos saber o sexo do bebé. Vamos ter mais uma menina. Mas para nós o mais importante foi saber que estava tudo bem com a bebé.
– Tinham alguma preferência pelo sexo do bebé?
– Confesso que gostava de ter um rapaz. Aliás, gostávamos os dois. Queria ser responsável pela educação de um homem.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1159 da revista CARAS.
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