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Margarida Vila-Nova assegura: “São o amor e a paixão que me movem”

A protagonista da nova novela da SIC, ‘Paixão’, mostrou o seu lado mais privado e contou à CARAS o que a faz feliz fora da televisão.

Marta Mesquita
22 de outubro de 2017, 10:00

Se há expressão que define Margarida Vila-Nova é, sem dúvida, a “girl next door”. Apesar de ter uma carreira repleta de sucessos e de ser uma das caras mais mediáticas da televisão nacional, a atriz, de 34 anos, recusa por completo o papel de estrela, assegurando que é nas experiências mais mundanas que se sente feliz. Por isso será sempre mais fácil vê-la “de calções, a apanhar ervas daninhas, num fim de semana no Alentejo, do que numa festa glamorosa”, como assegurou.
Na vida de todos os dias, que procura que seja o mais discreta possível, os afetos assumem o protagonismo, ou não fosse a atriz uma mulher que se deixa guiar pelo coração. Ao lado do marido, o realizador Ivo Ferreira, e dos dois filhos, Martim, de oito anos, e Dinis, de cinco, Margarida construiu o seu núcleo duro, do qual, seja em Lisboa ou em Macau, para onde foram viver há aproximadamente seis anos, nunca se separa.
Por breves momentos, a protagonista da novela da SIC Paixão abriu a porta deste seu universo mais pessoal e revelou quem é longe dos palcos e da televisão, mostrando que, sendo mais ou menos famoso, ninguém precisa de muito para ser feliz.
– Para quem já tem no currículo tantas personagens, o que a conquistou nesta Luísa que interpreta na novela Paixão?
Margarida Vila-Nova – O que me fascinou nesta novela foi ter a paixão como motor de arranque. Nos tempos que correm, gosto de acreditar que o amor e a paixão ainda movem as pessoas. É uma novela fresca, com enredo e complexa. Esta personagem é muito distante de todas as que tinha feito até agora. É um desafio diário colocar-me na cabeça de outra pessoa. Gosto de conhecer o ser humano e de perceber por que motivos pensa e age de determinada maneira. O exercício de me colocar no papel do outro é algo que faço também na minha vida. Além disso, poder trabalhar com o Marco Delgado, com a Joana Solnado e com o Albano Jerónimo é outra razão para estar a fazer este projeto. São três colegas maravilhosos, muito generosos e com talento. As novelas são projetos que nos marcam muito, porque nos obrigam a uma grande entrega e disponibilidade. Para me sentir feliz numa novela é fundamental estar rodeada das pessoas certas.
– Sente que, depois de fazer um projeto tão exigente como este, a Margarida cresce e fica um bocadinho diferente?
– Cada personagem obriga-me a ter um novo olhar perante a vida. No nosso dia a dia, com o trabalho, os filhos e as responsabilidades, ficamos com pouco espaço para pensar no outro. E, consequentemente, em nós. Acredito que a vida se encarrega de simplificar as nossas prioridades e de nos mostrar o que é essencial. As personagens ensinam-me o que de melhor posso tirar de mim e dos outros. Ser uma vilã pode ajudar-me a perdoar quem não agiu da forma mais correta, por exemplo.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1131 da revista CARAS.
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