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João Manzarra: “Não ando aí a abraçar árvores, ao contrário do que pensam”

O apresentador está de volta à televisão com o programa ‘Vale Tudo’ e não podia estar mais feliz.

Vanessa Bento
21 de outubro de 2017, 14:00

Um dia perfeito para João Manzarra envolve surf, boa comida vegetariana e um pôr-do-sol com os amigos e os seus cães. “De repente, descrevi um episódio dos Morangos com Açúcar, diz, a rir-se, o apresentador, enquanto se acomoda na cama de hotel onde foi feita a entrevista. “As pessoas não sabem, mas estou a fazer a entrevista deitado. E isto é muito bom para desabafar, estou disposto a falar de tudo”, reforça, sorridente.
Dono de um sentido de humor muito característico, João Manzarra está de regresso aos ecrãs com um dos programas mais marcantes da SIC, o Vale Tudo. “De todos os programas que fiz até hoje, este é aquele que as pessoas mais pediam para voltar. E não podia estar mais satisfeito, até porque é um programa onde trabalho com amigos. Além disso tem uma leveza descarada, mas que entretém bastante”, sublinhou o apresentador, durante uma conversa descontraída, reveladora e muito bem humorada.
– Tendo o nome do programa como base, há alguma área da sua vida em que valha mesmo tudo?
João Manzarra – [Pausa] Não sei, tenho que pensar... Olha eu a pensar... No sexo! [risos] Não, estou a brincar. Espera, vou pensar alto: no trabalho não vale tudo, nas amizades também não... É interessante, acho que na vida real não há nada em que valha mesmo tudo.
– Porque há sempre limites?
– Exatamente... Ah, espera, já sei onde vale tudo na minha vida: é no caril de batata doce que faço.
– É a sua especialidade?
– Não, mas é um dos pratos que faço em que vale muita coisa. Gosto muito de cozinhar. Para já, gosto imensamente de comer. E gosto de todo o processo até à confeção do prato. Tenho cozinhado bastante. No outro dia mandei vir alheiras vegetarianas de um senhor de Paredes de Coura e são incríveis. Por isso, neste último mês as minhas receitas têm sido mais à base de alheira. Devia ter gerido melhor isto, mas já fiz ótimas receitas com elas. Mas gosto de todo o processo na cozinha, menos de limpar. Tenho uma pessoa que vai lá a casa duas vezes por semana – um grande beijinho para a Lena – que me ajuda nesse processo, mas quando chego ao sábado sei que não posso receber pessoas lá em casa, dada a acumulação. Embora esteja melhor nesse sentido. Antes fingia que não via a desarrumação e agora percebi que é melhor ir arrumando conforme vou desarrumando. Só descobri isso com esta idade, mas é o que é.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1131 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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