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Rita Pereira: “Encontrei o equilíbrio para viver feliz”

A atriz, vilã da nova novela ‘A Herdeira’, falou com a CARAS sem subterfúgios. Mostrou-se tal como é, aos 35 anos.

Marta Mesquita
30 de setembro de 2017, 16:00

Rita Pereira voltou a Cannes este verão, enquanto embaixadora da Magnum, e arrebatou a cidade da conhecida Côte d’Azur com a sua beleza latina e maneira tão própria de ser. Durante dois dias fez virar cabeças à sua passagem, mas o seu coração, embora também bata em francês, só tem espaço para Guillaume Lalung, com quem é feliz há cerca de dois anos e meio.
Parte da conversa que se segue foi feita nessa ocasião, a outra tem apenas alguns dias, pois concretizou-se na recente apresentação da nova novela da TVI, A Herdeira, na qual Rita Pereira faz o papel da vilã Madalena, uma cigana que abandonou a sua comunidade e está integrada numa família rica do Norte do país. Começamos pela visita a Cannes.
– A Magnum escolheu-a como embaixadora por vários motivos, mas o principal prende-se com a sua atitude. Sente que essa atitude tem mudado ao longo dos anos?
Rita Pereira – Sem dúvida. A maturidade dá-nos uma atitude e uma consciência diferentes, mas também me deu uma confiança maior para arriscar ainda mais. Eu já sou de arriscar, e sou conhecida por isso. Numa red carpet, por exemplo, não uso um vestido que seja seguro. Se tive esta oportunidade na vida, a de percorrer passadeiras vermelhas, que é o sonho de muitas mulheres – mesmo que não se goste da fama, dos flashes, quase todas as mulheres já se imaginaram com um vestido de gala numa situa­ção destas –, se o meu destino me proporcionou isso, porque hei de escolher um vestido simples e seguro?
– Mas chegar aqui é um processo…
– Claro! E nem toda a gente consegue isto. Conheço muitas colegas já na casa dos 50, por exemplo, que continuam a dar imenso valor ao que os outros dizem e que se vão abaixo com as críticas. Nós sofremos bullying na internet diariamente. A diferença é que sei filtrar. Felizmente, consegui encontrar o equilíbrio para viver feliz.
– Para além disso, o que é que a vida e os anos lhe têm ensinado?
– A dar valor ao que tem valor. Aos 35 anos, e com 15 de carreira, já selecio­no o que quero fazer, já sei dizer que não, já me sei impor sem ser de forma ofensiva. A idade já me permite isso. Claro que a estabilidade financeira também contribui para isso. Não vou ser hipócrita ao ponto de não o reconhecer.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1155 da revista CARAS.
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