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Ana Sofia Martins assegura: “Estou a realizar os meus sonhos”

Em Verona, a atriz e apresentadora revelou as mudanças que os 30 anos trouxeram a sua vida.

Marta Mesquita
30 de setembro de 2017, 12:00

Ana Sofia Martins é a personificação do seu próprio lema de vida: “Tu podes ser aquilo que quiseres.” As dificuldades por que passou – e já foram algumas – nunca a prenderam a um presente que nem sempre foi risonho. Agarrou-se à esperança, à sua capacidade de trabalho e de superação e começou a tornar os seus sonhos reais.
No papel de embaixadora da Calzedonia, Ana Sofia viajou até Verona, Itália, para assistir ao desfile da coleção outono/inverno da marca. Nesta viagem pelo cenário da história de Romeu e Julieta, a atriz e apresentadora expôs o seu lado intimista e revelou como lida com as tristezas, nomeadamente com a morte recente do seu pai, e com as alegrias e conquistas que a vida lhe tem proporcionado.
– Neste momento não está a fazer nenhuma novela, mas sei que projetos não lhe faltam. Parece que a estagnação não faz mesmo parte do seu percurso...
Ana Sofia Martins
– Não gosto de me sentir estagnada. Estou numa fase de descoberta. Neste momento, estou a escrever um documentário, mas ainda não posso avançar mais pormenores. Também vou realizá-lo e ainda estou a ponderar se faço a produção. Tão cedo não vou fazer uma telenovela, porque os meus dois últimos trabalhos foram muito marcantes. Estou a gravar um novo programa, Palopiando, que deve estrear na TVI África em novembro, e tenho tido algum tempo livre.
– “Inquieta” é um bom adjetivo para a classificar?
– Sem dúvida! Sou uma pessoa muito inquieta. Quando sinto que algo está seguro ou perco o entusiasmo, parto logo para outra.
– O seu pai morreu em junho. Como é que está a lidar com esta perda tão recente?
– O meu pai deixou-nos um legado de muito trabalho e luta. Era uma pessoa que cumpria escrupulosamente os horários de trabalho. Estes exemplos não se esquecem. Ele nunca nos falhou.
– Terminou a sua relação com o basquetebolista Tomás Barroso, voltou à apresentação, perdeu o seu pai e aventura-se agora numa nova área profissional. Para si, os 30 anos estão mesmo a ser uma idade marcante…
– Os meus 30 anos estão a ser uma revolução! Está a ser um ano muito confuso e de redescoberta.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1155 da revista CARAS.
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