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Teresa Leal Coelho, uma mulher que não se esgota nas suas ideologias políticas

Casada com o embaixador de Portugal em Espanha, mantém a sua vida entre Lisboa e Madrid.

Vanessa Bento
24 de setembro de 2017, 12:00

A cara de Teresa Leal Coelho está espalhada por Lisboa, cidade que quer tornar “uma senhora”. E basta conhecê-la para perceber porquê. Sem ter medo de ir à luta, Teresa está habituada a lutar pelos valores e ideais que defende. E nunca se assustou com as tarefas a que se propôs. Na realidade, o que a assusta é parar, até porque parada não pode continuar a desbravar caminho para as mulheres que, como ela, se orgulham de construir uma carreira por si próprias.
Casada com Francisco Ribeiro de Menezes, embaixador de Portugal em Espanha, com quem tem um filho, Vasco, de 12 anos, a candidata do PSD à Câmara Municipal de Lisboa vive numa constante ponte aérea entre Lisboa e Madrid. E é feliz assim.
– Já a conhecemos enquanto figura política, mas não conhecemos assim tão bem a mulher. O que é que nos pode dizer sobre si?
Teresa Leal Coelho – Sou uma mulher como muitas outras, de uma geração privilegiada, por ter tido as mulheres que nos antecederam a abrirem-nos o caminho para podermos ter uma carreira já num ambiente mais desbravado, embora ainda não totalmente. O que me dá ainda mais responsabilidade para fazer o mesmo às mulheres que me sucedem. Sempre trabalhei, desde os tempos de estudante. E sempre tive a convicção de que devia sedimentar uma carreira, embora desde cedo estivesse desperta para a ação política e cívica.
– Não é difícil gerir uma família em constante ponte aérea?
– Não, Madrid é aqui ao lado, a 50 minutos, o que facilita bastante. Sempre que o meu marido me pede para estar presente em algum momento da sua função enquanto embaixador, eu estou, o que é perfeitamente compatível, porque é programado.
– Não pondera deixar de trabalhar para assumir, totalmente, o seu papel de embaixatriz?
– Como a cadeira que leciono é igual em todo o mundo, sempre mantive em aberto a possibilidade de acompanhar o meu marido, mas podendo ter uma atividade profissional de investigação.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1154 da revista CARAS.
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