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Inês Folque admite: “Foi um ano forte para mim. Aconteceram muitas coisas”

A apresentadora da SIC faz o balanço do primeiro ano de vida em comum com Gonçalo Ribeiro Telles, com quem se casou em setembro do ano passado.

Joana Carreira
17 de setembro de 2017, 10:00

“As escapadinhas românticas são fundamentais, essenciais!” Foi assim que começou a animada conversa que tivemos com Inês Folque, de 30 anos, que há um ano trocou alianças com Gonçalo Ribeiro Telles, de 34. A apresentadora do programa Factor K, da SIC K, e repórter do E Especial, da SIC, confidenciou-nos também que quer desfrutar ao máximo da vida de casada e que não tem pressa em ser mãe.
Admite ainda que foi na televisão que se descobriu enquanto profissional e é na ‘caixinha mágica’ que se sente completa. “Adoro aquilo que faço. Tenho a certeza absoluta de que é isto que quero fazer para o resto da minha vida!”
– É uma verdadeira fã do verão. E das praias do nosso país?
Inês Folque – De facto, gosto muito desta altura do ano. O sol deixa as pessoas muito mais felizes. Quando faço férias, tento sempre ir para um destino quente. E no verão faço sempre questão de passar uns dias na Costa Alentejana. Adoro! Gosto imenso do tipo de vida que se faz nesta região durante o verão. É aquilo que provavelmente carrega bate­rias. As praias são únicas, e vale sempre a pena.
O último ano tem sido de muitas descobertas para si...
– Foi um ano forte para mim, sim, pois aconteceram muitas coisas. Começou com o meu casamento, em setembro do ano passado, depois foi toda a adaptação à vida familiar com o Gonçalo... Tem sido uma aventura muito gira e muito boa.
– Antes do casamento submeteu-se a uma grande dieta...
– Uma das coisas que meti na cabeça antes de me casar foi que queria gostar mais de mim. As dietas para mim significam isso, sentir-me melhor enquanto pessoa. É quase estúpido dizer que o nosso aspeto físico não influencia a forma como estamos psicologicamente. Não é verdade! Há muito tempo que não me sentia bem. Acabei por procurar ajuda com a dieta Lev e perdi dez quilos. E ainda gostava de perder mais alguns, para poder ter alguma margem, mas com calma.
– Foi difícil?
– Muito, mesmo! Nasci a fazer dieta. Literalmente, desde que me lembro. Mais do que fazer die­ta, importa a necessidade de sermos saudáveis. O meu problema nunca foi comer muito, foi comer mal. Sou uma pessoa que gosta muito de comer socialmente, adoro jantar fora com os meus amigos e o meu marido. E a parte que mais me custa é essa. Foi uma batalha que travei a minha vida toda. Há outras coisas boas, não me vou focar obviamente só nessa parte, sobretudo nesta fase da minha vida, em que procuro ser saudável. Aliei isso a algum desporto, que já não fazia há muito tempo. Quem sabe, os meus 30 vão ser os meus novos 20?! [Risos.]
Cumpriu o objetivo?
– Sim, foi mais do que cumprido. Só tenho a agradecer, porque foram fabulosos comigo, sobretudo na parte emocional. Estou numa fase em que estou a tentar comer bem. E comecei também a fazer alguns tratamentos corporais, que é o que mais necessito neste momento.
– Sente-se bem agora?
– Sim. Estou bastante feliz e tranquila, que é a parte melhor.
Está a fazer um ano de casamento. Que balanço faz?
– Muito positivo. E acho que daqui para a frente só podem vir coisas boas. Para já, estou muito feliz pela forma como estamos a guiar a nossa vida familiar.
– Mudou alguma coisa depois do casamento?
– Não. Até achei que mudaria, mas não sinto isso. Simplesmente estamos mais tempo juntos, partilhamos a nossa casa e as nossas rotinas passaram a ser mais um com o outro. Há uma ligação e um cuidado maior. Tudo o que faço no dia a dia acaba por ser in­fluenciado pela pessoa que tenho ao meu lado. Nós já tínhamos uma relação estável e já estávamos juntos há muitos anos, por isso acabámos por não ter grandes surpresas.
– Já pensa em ser mãe?
– Os filhos virão quando tiverem de vir, naturalmente! [Risos.] A altura em que vierem será a altura certa. Não fazemos grandes planos. O relógio biológico já despertou há muitos anos, sempre fui uma pessoa muito maternal, muito ligada a crianças, mas a vida são dois dias e também temos de gozar algum tempo para nós enquanto casal. Tem sido muito bom podermos tomar essas decisões sem termos de pensar na dependência de uma terceira pessoa. Estamos os dois muito felizes e pensamos da mesma maneira.
Quantos filhos gostariam de ter?
– Com três ficaríamos muito felizes.

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