Nas Bancas

Diana Chaves é uma mulher realizada: “Sinto-me feliz com a estabilidade emocional que alcancei”

Durante uma viagem de trabalho a Barcelona, a atriz revelou à CARAS o que faz de si uma mulher de bem com a vida.

Marta Mesquita
10 de setembro de 2017, 10:00

Diana Chaves, de 36 anos, é famosa e bem sucedida tanto na apresentação como na representação. Contudo, nenhuma dessas conquistas mudou a mulher que é, os seus valores ou a forma como encara a vida. Hoje, como sempre, valoriza os pequenos prazeres do dia a dia e os momentos que vive ao lado do companheiro, César Peixoto, e da filha, Pilar, de cinco anos. Assume que é uma pessoa “exageradamente doce” e que mantém a ingenuidade de menina, mesmo tendo já passado por momentos muito dolorosos, como a morte da mãe, quando era ainda criança. Mas mesmo nas adversidades Diana não deixa que a tristeza lhe roube a esperança em dias melhores. Para si, o copo está sempre “meio cheio.”
Numa curta estada em Barcelona, durante a qual a CARAS acompanhou o making of de uma sessão fotográfica que a atriz protagoniza para a Equivalenza, Diana mostrou o seu lado mais privado, revelando o que a preenche e traz alegria aos seus dias.
– Acabou de ser fotografada com o seu perfume, Lucky Me. O que quis pôr de si nesta essência?
Diana Chaves – Este perfume tem tudo de mim. Estive envolvida em todo o processo. Nada foi ao acaso. Contei à perfumista o meu percurso, senti todos os aromas e partilhei o que cada um me fazia sentir. Tem a praia, a minha infância, o cheiro da Pilar em bebé... São aromas que me recordam tudo aquilo de que gosto. É muito pessoal.
– Pode revelar-nos o que é realmente importante nesse seu universo pessoal?
– Valorizo muito a liberdade e a família. Também adoro a praia, o ar livre, bebés! [Risos.] Tive uma infância muito feliz, apesar da fatalidade que vivi. Sou uma mulher muito doce, exageradamente doce. Às vezes até dizem que sou chata. Sou muito protetora e estou sempre preocupada com os outros. Gosto de cuidar, mas também gosto que cuidem de mim.
– E tem sido fácil preservar essa doçura e ingenuidade?
– Sim. Não me deixo influenciar pelo que acontece lá fora. Tenho mantido a minha essência. Sinto-me feliz com a estabilidade emocional que alcancei. Aprecio as coisas do dia a dia, como passear, estar de férias com os meus, viajar… Aproveito todos os momentos para ser feliz, sem ter grandes expectativas. Também luto por aquilo que quero, mas desfruto do que já tenho.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1152 da revista CARAS.
Assinatura Digital
Apple Store
Google Play
Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras