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Maria Clara: “Nunca me deixei levar pelo sucesso”

Depois de uns dias em Lisboa, onde falou com a CARAS, a 'top model' viajou para a Nova Zelândia.

Vanessa Bento
9 de setembro de 2017, 10:00

Tem apenas 20 anos, mas cedo se tornou numa das manequins portuguesas mais requisitadas a nível internacional. Dona de uma humildade desarmante, de uma voz doce e de um olhar meigo, Maria Clara tomou de assalto o mundo da moda e fez dele o seu espaço próprio, onde o foco está permanentemente na perfeição do seu trabalho, e não apenas nas grandes marcas que a escolhem, sejam elas Valentino ou Dior.
Mas nos dias que são só seus, passados em Lisboa, cidade que a viu nascer, Maria Clara regressa ao conforto da vida de sempre, de que não abdica e na qual os abraços e o carinho dos pais, os seus grandes pilares, são a certeza de que o caminho se faz com os passos seguros que tem dado até aqui.
– Tendo em conta a sua história, pode dizer-se que a moda era inevitável na sua vida?
Maria Clara – Sim, ocorreu de forma muito natural, porque desde criança que fui introduzida neste mundo. Mas foi algo de que sempre gostei e queria explorar. Portanto, não digo inevitável, mas muito provável. E tive a sorte de ter pais apoiantes neste caminho, o que foi crucial para ter sucesso na minha carreira.
– O apoio deles é fundamental?
– Sim! Os meus pais são os meus melhores amigos. Gosto sempre de ter a opinião deles em tudo. Mesmo quando estou fora, são eles que me levantam nos dias em que estou mais deprimida. Mas estou a fazer o que gosto e normalmente não penso nos obstáculos que tenho que ultrapassar como algo negativo, mas sim como uma motivação.
– Qual é aquele conselho que eles lhe deram e a que recorre sempre?
– Eles dão-me tantos... Aliás, todos os dias aprendo coisas novas com eles, falamos de manhã e à noite. Mas, acima de tudo, é dedicar-me ao que gosto de fazer, ser eu própria e não ter arrependimentos. Ou seja, fazer tudo com classe.
– O que é que mais a fascina no mundo da moda?
– A criatividade. Poder criar algo a partir do nada. Houve uma altura em que quis ser estilista e criar a minha própria roupa, mas rapidamente percebi que a minha vertente, por enquanto, é mais na parte da moda, e não do estilismo.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1152 da revista CARAS.
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