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Raquel Rocheta assegura: “Sinto-me cada vez melhor sozinha”

Durante a sua estada no Algarve, a relações-públicas revelou ser uma mulher feliz com a imagem que vê no espelho.

Marta Mesquita
3 de setembro de 2017, 12:00

Raquel Rocheta é uma mulher que se sente bem na sua pele, sabe quem é e para onde vai. Aprendeu com as dificuldades da vida, que a tornaram uma pessoa mais forte, e passou a pôr a sua própria felicidade em primeiro lugar. Independentemente de estar numa fase mais ou menos egocêntrica, há sempre lugar na sua vida para a filha, Mariana, de 15 anos, que nasceu do seu casamento com Carlos Cruz. Estando a filha em plena adolescência, a relações-públicas assume que nem sempre é fácil vê-la crescer e a tomar as rédeas da sua vida. Contudo, agora que o seu ex-marido já se encontra em liberdade condicional [uma vez que cumpriu a maior parte da pena no âmbito do processo Casa Pia], Raquel passou a partilhar com quem os desafios da paternidade.
Durante a sua recente estada no Algarve, a relações-públicas da discoteca Bliss conversou com a CARAS e revelou o que faz de si uma mulher resolvida com o passado e realizada com a vida de todos os dias.
– Ser relações-públicas no Bliss é sempre uma mistura de trabalho e de lazer...
Raquel Rocheta – Gosto de trabalhar no Bliss, onde tenho o pelouro da comunicação e das relações-públicas VIP. Tenho feito muitos trabalhos interessantes. Não me posso queixar da minha vida profissional. Está tudo perfeito, com possibilidade de melhorar. Adoro passar o verão no Algarve. Além de estar a trabalhar, posso estar com os meus amigos do tempo da escola e gozar esta região que amo e onde me sinto em casa. E, claro, receber os mimos dos meus pais [que vivem nesta região]. É tão bom!
– E, apesar de estar a trabalhar, consegue desfrutar da companhia da Mariana?
– A Mariana está numa idade em que os amigos estão em primeiro lugar, não fosse ela um “animal social”. Este ano descobriu os encantos dos sítios de diversão para adolescentes. E ficou muito feliz, porque teve a companhia dos amigos de Lisboa.
– A Mariana está em plena adolescência. Continuam a ter uma relação próxima?
– Esta fase não é nada fácil… O afastamento em relação aos pais e a presença diária dos amigos torna a comunicação entre nós mais complicada. Mas é uma fase. Sei que fiz o mesmo e, no fundo, a educação de base já foi dada. Agora, tem que ter alguma liberdade para seguir a pouco e pouco o seu caminho. Ela não me tem desiludido. É até bastante ajuizada, comparando-a aos amigos.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1151 da revista CARAS.
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